Quarta-feira , 05 de Agosto de 2020

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Eduardo Salles defende o retorno das vaquejadas

Publicado em: 08/07/2020 20:03
Setor responsável: Notícia

O deputado Eduardo Salles (PP) está defendendo que sejam retomadas as vaquejadas no Estado. Ele protocolou, na Secretaria Geral da Mesa da Assembleia Legislativa, uma indicação sugerindo ao governador Rui Costa a autorização da atividade, “desde que respeitados todos os protocolos de segurança exigidos para evitar a disseminação do novo coronavírus”.  

 

O parlamentar argumenta que “as vaquejadas não são apenas manifestações culturais que remontam às raízes da colonização nordestina, mas também são importantes fontes de rendas, sendo um fator significativo na arrecadação de alguns municípios, e, para algumas pessoas, o único meio de subsistência, o que por si só denota a necessidade de retomada da referida prática desportiva”. 

 

A seguinte propositura tem por finalidade a retomada da realização das vaquejadas, sem a presença do público, apenas com os atletas e comissão organizadora, respeitando todos os protocolos de segurança para evitar a disseminação do novo coronavírus”, delineia Salles. Para ele, os eventos podem ser perfeitamente realizados sem qualquer aglomeração, respeitando as normas de segurança impostas pelas organizações de saúde. 

 

Ainda como argumento favorável ele lembra que não se trata de um esporte que exige contato, “portanto não há aproximação entre os atletas”, a distância entre os competidores atende usualmente as recomendações determinadas pelos órgãos de saúde. “Ressalte-se que as pessoas que vivem desse esporte, tais como Juízes, locutores, “calzeiros”, “curraleiros”, dentre outros, estão em situação de extrema dificuldade financeira”, expõe. 

 

Nesta esteira, o intuito do presente requerimento é obter autorização para a realização dos eventos previstos para o ano em curso 2020, disponibilizando-se álcool em gel 70% (setenta por cento) para seus competidores, bem como tornando obrigatório o uso de máscaras para todos os envolvidos na competição. Ele também diz que seria proibida festa ou qualquer outra aglomeração e que as pessoas envolvidas deixariam o local logo após a participação no evento. 




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