O município de Santo Estêvão comemorou ontem 90 anos de emancipação político-administrativa. Na ocasião, o deputado estadual Carlos Geilson (PTN) apresentou, na Assembleia Legislativa, moção de congratulações. Com cerca de 47 mil habitantes, localizado a 148 km da capital baiana, o município faz limites com Ipecaetá, Rafael Jambeiro, Castro Alves, Antônio Cardoso e Cabaceiras do Paraguaçu.
"A história de Santo Estêvão remonta ao século XVIII, com a chegada, ao Brasil, do navio com imigrantes portugueses, entre eles o padre José da Costa Almeida, vindo fixar-se em terras do município de Cachoeira do Paraguaçu, às margens do Rio Cavaco. O religioso se estabeleceu em uma área com aproximadamente três léguas de terra – uma sesmaria –, na região hoje conhecida por Santo Estêvão Velho, onde construiu a sede da fazenda e uma pequena capela sob a proteção de Santo Estêvão, imagem trazida de Portugal", explicou o parlamentar.
Situado no centro-norte baiano, pertencendo à microrregião de Feira de Santana, o município de Santo Estêvão tem como principal fonte de renda a agricultura, com destaque para os cultivos de feijão, milho, fumo, mandioca, laranja e castanha de caju. A economia encontra forças ainda nas atividades da horticultura e fruticultura irrigada. O comércio e a indústria também são destaques. Em levantamento efetuado pela prefeitura, verificou-se a existência de 61 indústrias vinculadas à área de confecções, panificadoras, olarias, encontrando-se também pequenas indústrias de beneficiamento de milho, castanha de caju e outras ligadas a móveis de madeira e tubulares, serrarias, refrigerantes, torrefação de café e produtos de limpeza.
"Diante da história e pela importância do município para a economia e desenvolvimento da Bahia, congratulo com os santo-estevenses na passagem do 90º aniversário de emancipação política e administrativa da cidade de Santo Estêvão", conclui o deputado.
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