Feira de Santana já teve muitos nomes. Já foi Capela de Santana dos Olhos D’Água, Arraial de Santana da Feira,Vila de Santana da Feira, Comercial Cidade de Santana da Feira e, finalmente, Feira de Santana. Quem conta é o deputado Carlos Geilson (PTN), em moção de congratulações onde relembra a história destes 179 anos de existência da cidade que, "pela importância de sua localização geoeconômica, lidera a macrorregião, abrangendo 96 municípios com população de aproximadamente 3 milhões de habitantes".
Considerada "um dos maiores entroncamentos rodoviários do interior do país e o maior do Norte e Nordeste", Feira de Santana "é hoje um dos polos de maior desenvolvimento regional do Brasil em educação superior". Além disso, a população feirense dispõe de diversos espaços de cultura e lazer, "13 clubes sociais, seis cinemas, quatro teatros, três museus, cinco jornais, quatro revistas, três rádios AM, quatro rádios FM e duas emissoras de TV". Apesar disso tudo, critica o deputado, "o governo estadual adia a construção do Centro Industrial Subaé Norte".
"Mais de 60 indústrias querem se instalar e não conseguem porque não existem vagas. Os empresários da bacia leiteira estão aguardando decisões positivas do governo. Feira de Santana precisa urgente do seu Aeroporto Governador João Durval Carneiro, do seu Centro de Convenções, da conclusão das obras da avenida Ayrton Senna, da ponte Lili."
Ao homenagear a cidade, Carlos Geílson se declara "um homem muito feliz, porque Deus me abençoou por ter nascido em Feira de Santana, uma cidade de aproximadamente 600 mil habitantes, vocacionada para o comércio e a segunda maior cidade do estado. Feira recebe todos de braços abertos e não há quem não se apaixone pela cidade. Uma cidade que deu à Bahia grandes nomes como Chico Pinto, um dos arautos da abertura política; Colbert Martins da Silva e seu filho Colbert Martins Filho; João Durval Carneiro".
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