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Tom aplaude Santa Luz, Ipecaetá e Mascote

Publicado em: 18/07/2013 00:00
Editoria: Diário Oficial

Através de moções, democrata fez questão de se congratular com povo dos três municípios
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O deputado Tom Araújo (DEM) encaminhou moções de congratulações a mesa diretora desta Casa em comemoração aos aniversários de emancipação político- administrativa dos municípios de Santa Luz, Ipecaetá e Mascote.
Situado a 258 km da capital, com cerca de 34 mil habitantes e uma vegetação predominante de caatinga, Santaluz, que completou 78 anos, originou-se de uma estação ferroviária da Leste Brasileiro, obra implantada em local onde havia uma aglomeração de casas, dentro da Fazenda Santa Luzia, no município de Queimadas. Com a inauguração e utilização frequente da estação, formou-se um arraial, sendo edificadas casas residenciais e comerciais. Criado com o nome de Santa Luzia, seu território foi desmembrado do município de Queimadas, por decreto estadual de 18 de julho de 1935. Em 1943, o topônimo foi alterado para Santaluz.
A história de Ipecaetá, que completou 51 anos este mês, começa com os primeiros habitantes do Vale do Paraguaçu até a serra do Sincorá. Lá, habitavam os povos gentios Caytytés e Payayás. Por volta de 1655, João Peixoto Viegas recebeu de Portugal uma concessão de terras que ficou conhecida como “Morgadio da Casa de João Peixoto Viegas das Itapororocas” e lá construiu a capela de São José das Itapororocas, hoje distrito de Maria Quitéria, município de Feira. Em 1933, pelo decreto 8.389 de 17 de abril do mesmo ano, foi criado o distrito de Paz de Patos, subordinado a Cachoeira. Com o decreto 141 de 31 de dezembro de 1943, o topônimo foi mudado para Ipecaetá, sendo um vocábulo tupi que significa “planta de casca grossa, planta cascuda”.
Já o município de Mascote nasceu de um aglomerado urbano, às margens do rio Pardo. Os primeiros habitantes de Canavieiras - ao qual Mascote pertenceu por longo tempo - eram descendentes, em sua maioria, de portugueses que lá se estabeleceram nas primeiras décadas do ano de 1700. Em decorrência de existência de terras férteis às margens do Rio Pardo, aqueles aventureiros iniciaram ali a exploração da cana-de-açúcar, bem como do cacau vindo da região amazônica, já que estas constituíam as atividades agrícolas de maior evidência na época. Pelo decreto 628 de 30 de dezembro de 1953, foi criado o distrito de Cavunge, ficando assim o município de Santo Estevão com a seguinte composição: Santo Estevão (sede), Ipecaetá e Cavunge (distritos). Em 19 de julho de 1962, aconteceu o ato de libertação da “Terra da Gente”, constituído de 2 distritos: Ipecaetá e Cavunge.



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