Em comemoração ao 38º aniversário da Independência de Angola, comemorados no último dia 11 de novembro, o deputado Bira Corôa (PT) apresentou à Assembleia Legislativa uma moção de congratulação. Professor, ele informa que a independência de Angola não foi o início da paz, mas o início de uma nova guerra aberta. Muito antes do Dia da Independência, a 11 de Novembro de 1975, já os três grupos nacionalistas que tinham combatido o colonialismo português lutavam entre si pelo controle do país, e em particular da capital, Luanda. Cada um deles era na altura apoiado por potências estrangeiras, dando ao conflito uma dimensão internacional.
No texto que protocolou, o deputado do PT lembra que a vida e a história de qualquer país começam com o conhecimento da história cultural do seu povo. Assim é para quem investiga os problemas complexos da jovem nação angolana, que está, na atualidade, perante o seu maior desafio como país independente. E frisou que são muitas as questões enfrentadas, entre elas a de estabilizar a economia, pacificar os espíritos marcados por mais de 30 anos de guerra civil.
RIQUEZAS
Para Bira Corôa, o processo continuou depois, quando foi necessário encontrar os rumos da democracia, norteada pelas reformas sociais para diminuir o estado de pobreza absoluta que tem assolado todo o país, melhorar suas péssimas condições sanitárias e ambientais. Ele concluiu tratando das riquezas existentes no país africano, pois Angola possui uma grande diversidade de recursos naturais. Estima-se que seu subsolo tenha 35 dos 45 minerais mais importantes do comércio mundial, entre os quais se destacam petróleo, diamante e gás natural. Há também grandes reservas de fosfato, ferro, manganês, cobre, ouro e rochas ornamentais, daí a sua esperança na evolução democrática e socialmente justa daquela nação.
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