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Ubaldino solicita fotossensores em cruzamento da Cidade Baixa

Publicado em: 16/12/2013 00:00
Editoria: Diário Oficial

Parlamentar apresentou indicação no Legislativo endereçada ao prefeito ACM Neto
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O deputado Carlos Ubaldino (PSD) pediu ao prefeito de Salvador, ACM Neto,  a instalação de fotossensores no cruzamento da Rua Resende Costa com a Avenida Caminho de Areia, na Cidade Baixa. “Assistimos todos os dias, estarrecidos, condutores de veículos de pequeno porte e motociclistas, para não aguardar a retenção de tráfego ocasionada pelos semáforos dos cruzamentos, transitarem por aproximadamente 30 metros sobre a calçada, colocando em risco as vidas de crianças, jovens e idosos”, observou ele, em indicação apresentada na Assembleia Legislativa.
Ubaldino acredita que muitas dessas imprudências, podem ser restringidas com a instalação de fotossensores. “Em alguns casos, somente a punição financeira pode devolver a esses condutores o que lhes foi ensinado em sala de aula de trânsito, concernente ao respeito que se deve ter pelo pedestre”, afirmou ele, no documento.
Para  Ubaldino, no caso de  atropelos ou outros acidentes, nesse caso, não caberia a alegação de que se trata de crime culposo. “Se alguém pratica uma ação dessa natureza não lhes cabe outra acusação que não seja crime doloso – com intenção de matar”, afirmou Ubaldino. “Não representamos a Justiça, é óbvio, mas acreditamos que na posição de legisladores cumpre-nos a missão de defender os interesses sociais e acima de tudo isto, a vida humana”.
O parlamentar acrescentou que a situação se agrava nos finais de semana.  Ubaldino definiu outras áreas da Cidade Baixa como “zona de risco”:  transversal da Rua Jardim Castro Alves e o Caminho de Areia, defronte ao Colégio Municipal Tiradentes; a transversal da Rua Machado Monteiro (Bairro Machado) e o Caminho de Areia (junto ao Posto de Combustíveis); e a Rua Resende Costa (esquina da Farmácia Pague Menos – este caso é o mais assustador , segundo ele. “Precisamos mostrar aos infratores que estamos atentos para suas irresponsabilidades”,  concluiu.



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