Líder da bancada da maioria, o deputado Zé Neto (PT) acredita que o primeiro semestre terá a agenda afinada entre os projetos do Executivo e do Legislativo. O petista reforça, por outro lado, que é preciso ficar atento para que as matérias propostas pelos próprios deputados não sejam aprovadas com vício de origem. “No ano passado batemos o recorde de aprovação, mas precisamos refinar o filtro para evitar que o governador Rui Costa seja obrigado pela Lei a vetar o projeto”.
No que se refere aos projetos do Executivo, Zé Neto estima que serão poucos. “É preciso analisar o cenário nacional que impacta diretamente na agenda estadual. Não há margem pra políticas fiscais, de pessoal. Os convênios e empréstimos também estão travados por lá. Estas questões incidem sobre as demandas do Poder Executivo para o Legislativo”.
No campo da oposição, o deputado Leur Lomanto Júnior (MDB) reforça que é preciso concentrar esforços para “cumprir uma das principais funções dos deputados que é legislar. Para que tenhamos um ritmo desejável de matérias apreciadas é preciso que o corpo técnico da CCJ e das outras comissões nos ajude. Esta, a apreciação de projetos dos deputados, foi uma das demandas que apresentamos quando da eleição do presidente Angelo Coronel”.
Ambas as bancadas se reunirão, separadamente, para definir ajustes e eventuais alterações nas composições de lideranças e comissões. A expectativa é que no final do mês de fevereiro as atividades nos colegiados e plenário sejam retomadas.
REABERTURA
No dia 1º o governador Rui Costa fará o pronunciamento de reabertura dos trabalhos. A mensagem do gestor será em torno da necessidade de manter o ambiente produtivo a despeito das divergências políticas para que se possa atravessar a crise econômica que ainda está presente no País.
A mensagem trará também um balanço dos três primeiros anos de administração indicando quais os próximos passos até o final do ano. Investimentos em Segurança Pública, Saúde, Educação e Infraestrutura serão destacadas pelo gestor em seu discurso no Palácio Luís Eduardo Magalhães.
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