O deputado Pastor Sargento Isidório destacou a participação do governador Rui Costa no Carnaval de Salvador em moção de aplausos apresentada na Assembleia Legislativa. Segundo ele, Rui marcou presença diária na festa, “estando acessível a quem quis tocá-lo, falar-lhe, trocar saudações, posar para fotos nos diversos circuitos do Carnaval, acompanhado sempre de sua esposa, a primeira-dama Aline e suas filhas”, afirmou.
No documento, Isidório observou que além de ampliar o Carnaval pipoca, tirando as cordas dos blocos e trazendo grandes atrações que puxam as multidões, Rui Costa era visto no meio do povo nos circuitos da folia. O deputado criticou a “histórica perseguição” que, segundo ele, “o prefeito de Salvador, ACM Neto, tem mantido para tentar impedir o trabalho acelerado e em alto ritmo do governador Rui Costa em benefício da Bahia, com atenção destacada para o povo carente soteropolitano”.
Citou os atrasos de alvarás, “tentativas de postergar a inauguração de obras do governo, sobretudo os viadutos”, afirmou ele. “Desesperado por não ter conseguido conter o avanço das obras do metrô, tentou, por causa de um touceira de bambu, impedir a conclusão da maior obra viária em andamento do país, o metrô de Salvador, o único que chega até o aeroporto, graças ao governo”, acrescentou Isidório na moção.
TELEVISÃO
De acordo com ele, a sociedade baiana teve, em pleno carnaval, que assistir a mais um ato de “despreparo e desespero do gestor de Salvador, que tentou de forma tirana e antidemocrática tirar o direito da TVE (canal oficial de comunicação da Bahia) de transmitir o carnaval”.
Isidório argumentou que a TVE é de todos os baianos, “não podendo ser perseguida, nem preterida arbitrariamente como queria o prefeito de Salvador.” Classificou o ato como “covarde, que só não se consumou graças à competência do Judiciário que, de pé atento e vigilante, garantiu mais este direito à Bahia e aos baianos”, frisou, “não permitindo a audácia pessoal de um político das elites, fruto do poder econômico, que a todo custo quer ressuscitar e reinstaurar a ditadura, o desrespeito e porque não dizer o furto da cidadania do povo baiano, que é o legítimo dono da TV Educativa”.
Para o parlamentar, tal ato praticado pelo gestor soteropolitano soa ainda mais estranho, uma vez que sua família é proprietária de outra emissora local de TV privada, ao contrário da TVE que é pública e de todos os baianos. “A TV Bahia, diga-se de passagem, deveria pertencer aos baianos também, mas estranhamente pertence a um grupo político e só presta serviços privados e por encomenda. Persuadindo inocentes com mentiras e sempre negando as verdades advindas dos fatos”, protestou.
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