A Comissão de Direitos Humanos e Segurança Pública se reuniu ontem sob a presidência do deputado estadual Marcelino Galo (PT) que informou aos deputados a criação do Amparo, programa da Defensoria Pública do Estado para amparar vítimas de crimes violentos. O núcleo funciona na sede da Defensoria, das 8 às 17h, de segunda a sexta.
O presidente do colegiado falou também sobre as atividades do Fórum Social Mundial, que acontece essa semana em Salvador e destacou a ato dos policiais pela democracia e contra o fascismo, que acontecerá na Escola de Administração da Ufba. “Será um ato pedagógico e estratégico para que a população possa saber que a Polícia Militar também está interessada em direitos humanos”, disse.
A deputada Fátima Nunes (PT) informou que participará de alguns debates no Fórum Social Mundial e lembrou que a Assembleia irá receber o Fórum dos Povos Indígenas. “Precisamos lutar pelos direitos humanos, que nesse período pós golpe, desde que tiraram a presidente Dilma, toda semana nos retiram algum de nossos direitos”, disse a deputada.
Ela contou que o Fórum Social será importante “para revelar ao mundo a perseguição cruel que o ex-presidente Lula está sofrendo, aquele que possibilitou que as mulheres tirassem a lata d`água da cabeça e colocassem seus filhos na universidade. Nós da esquerda sempre lutamos por dias melhores e eles vêm com a bota da ditadura para tirar nossos direitos. Só estão esperando acabar a intervenção militar no Rio de Janeiro para votar a Reforma da Previdência”, alertou Fátima Nunes.
Já o deputado Adolfo Viana (PSDB) comentou que o ano eleitoral deve dificultar a agenda dos parlamentares e sugeriu que fosse dada continuidade à algumas iniciativas que foram realizadas no ano passado e que por algum motivo foram deixadas para trás. “Sugiro fazer uma agenda para reabrirmos essas questões e deixaremos para a próxima legislatura alguns assuntos já bem encaminhados”, completou o parlamentar.
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