MÍDIA CENTER

Morte de Sônia Maria Chaves Souto consterna Legislativo

Publicado em: 20/04/2018 00:00
Editoria: Diário Oficial

Presidente afirmou que servidora era uma ''pessoa dedicada e competente"
Foto: Arquivo/Agência-ALBA
O falecimento de Sônia Maria Chaves Souto consternou o presidente Angelo Coronel, bem a toda a comunidade da Assembleia Legislativa, onde ela trabalhou por mais de 30 anos, conquistando amizades, respeito e admiração, pelo profissionalismo, carisma e gentileza que marcaram a sua passagem pela ALBA. O presidente do Legislativo apresentou moção de pesar à Secretaria Geral da Mesa lamentando a prematura e inesperada morte da colaboradora, “rogando a Deus que conforte e console a seus amigos e entes queridos nesse sofrido momento de separação”.

Angelo Coronel pediu que suas condolências fossem encaminhadas à família enlutada, bem como ao conjunto de servidores através do Sindicato dos Servidores da Assembleia Legislativa da Bahia (Sindsalba). Na moção de pesar, ele traçou um breve perfil pessoal e profissional de Sônia Souto, “como era conhecida na Casa”. Destacou sua eficiência, pois sempre “desempenhou com muito zelo e dedicação as funções para as quais foi designada”, contagiando a todos com a alegria e o bom humor que eram traços marcantes o seu caráter.  

“Não fosse eficiente, correta e trabalhadora, seria extremamente difícil o exercício das diversas funções comissionadas ao longo de três décadas, como ocorreu, pois a nossa Sônia quando decidiu sair foi exonerada a pedido. Ela trabalhou inicialmente no Departamento de Contratos e Convênios, posteriormente, e pela maior parte desse tempo, atuou na Procuradoria Jurídica”, completou o presidente da ALBA.

COLEGAS

Sônia Souto deixou o Legislativo no dia 3 de abril do ano passado, quando requereu exoneração para em seguida se aposentar, passando a residir em sua terra natal, Rio de Contas, na Chapada Diamantina. O chefe de gabinete da Presidência, Márcio Barreto, igualmente lamentou o falecimento da colega. Para ele, a notícia foi um “baque muito forte, sofrido”. Ele se solidarizou com familiares, amigos, lembrando o quanto ficou triste com a decisão de pedir exoneração dessa eficiente funcionária e pessoa humana invulgar que foi Sônia Souto.

O chefe da Procuradoria, Graciliano Bonfim, “em nome de todos os integrantes do órgão apresentou condolências a seus familiares e amigos” e revelou que ficou chocado com a morte súbita da antiga colaboradora. Uma amiga, de quem lembrou a eficiência, cordialidade e presteza que teve “a vida ceifada tão cedo pelos insondáveis desígnios do Senhor”. Por seu turno, o chefe do Departamento de Contratos e Convênios, Antônio Sancho Filho, que também conviveu com Sônia por muitos anos, disse que o seu desaparecimento “é um verdadeiro pesadelo”, pois se tratava de uma ótima pessoa, prestativa, amiga, e de uma funcionária exemplar, falecida muito jovem, com muito ainda a viver e alegrar a todos que tiveram o privilégio do seu convívio.

Sônia Maria Chaves Souto faleceu no último dia 17, vitimada, aos 55 anos, por um acidente vascular cerebral (AVC), em Rio de Contas, sua cidade natal. Ela chegou a ser encaminhada até Vitória da Conquista para receber tratamento especializado, mas a extensão do ataque impediu a sua desejada recuperação. O sepultamento ocorreu em Rio de Contas.


Compartilhar: