O deputado Hildécio Meireles (PSC) apresentou na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), moção de congratulações ao município de Wagner, localizado na Chapada Diamantina, pela passagem do seu 56º aniversário de emancipação política, comemorado no dia 20.
De acordo com o documento apresentado pelo parlamentar, o município de Wagner, localizado a 390 km da capital, surgiu às margens do rio Utinga devido à criação de um colégio – O Instituto Ponte Nova (IPN), formado por um grupo de missionários presbiterianos oriundos dos Estados Unidos da América com a intenção de fundar em território baiano uma missão encarregada de difundir a fé, promover a educação e a saúde entre os sertanejos.
Através do instituto, a localidade foi considerada um polo irradiador de educação e cultura no interior da Bahia, onde construíram um hospital, uma escola, uma igreja e um internato que sobreviveu como um marco arquitetônico importante para o município e para o estado.
Wagner foi elevado à categoria de município pela Lei Estadual nº. 1.739, em 20 de Julho de 1962, desmembrando-se de Lençóis, disse Hildécio Meireles. Contudo segundo consta na moção, a partir de um relato do escritor Belamy Macêdo de Almeida, em seu livro Ponte Nova: “Construindo o futuro olhando no retrovisor”, Wagner recebeu essa denominação em homenagem a um alemão chamado Franz Wagner, que prestou uma enorme assistência à população durante o período da seca que flagelou o sertão.
O município possui, hoje, uma população de 9.753 habitantes. Sua principal atividade econômica é a agricultura. Cidade de clima bastante agradável e de gente muito simples e hospitaleira, limita-se com os municípios de Ruy Barbosa, Lajedinho, Lençóis, Utinga e Bonito.
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