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Tom Araújo saúda Mairi pelos 121 anos de emancipação municipal

Publicado em: 06/08/2018 11:12
Editoria: Notícia

Os 121 anos de emancipação político administrativa do município de Mairi, comemorados no dia 5 de agosto, foram lembrados na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) pelo deputado Tom Araújo (DEM), em moção de congratulações ao povo mairiense. 

De acordo com o documento, Mairi, que está localizada entre as cidades de Várzea da Roça e Baixa Grande, tem uma história que remonta a 1591, quando a bandeira de Gabriel Soares de Sousa partiu do rio Jaguaripe para Jacobina em busca de minas de ouro e de prata. Em 1795, foi construída a capela da Santa Cruz, por monges liderados por Frei Apolônio de Todi e moradores.

Em 1808, Saturnino Gomes de Oliveira registra a fazenda Santa Rosa no local. Em 1822, o segundo proprietário mudou o nome para Monte Alegre e doou 100 braças quadradas para a edificação da capela sob a invocação de Nossa Senhora das Dores. Em 1897, a vila de Nossa Senhora das Dores de Monte Alegre é elevada à categoria de cidade. 

O autor da moção explica que o tipo climático do município é semiárido e seco, subtropical e ameno, com perene estiagens e períodos chuvosos, variando entre abril a junho e novembro a janeiro. A topografia é montanhosa, pela presença de ramificações da Serra Preta, e a principal elevação é a Montanha Santa Cruz, onde existe uma capela. 

Segundo o democrata, a fauna da região reúne variadas espécies de animais silvestres e a flora apresenta pequena reserva de madeira de lei e abundância de madeira de lenha, como ainda plantas alimentícias, aromáticas e medicinais. No campo geológico, há os granitos. 

A economia de Mairi, relata Tom Araújo no documento, move-se, principalmente, em torno da atividade agropecuária e da prestação de serviços. A pecuária é a atividade mais difundida na região, mista na produção de carne e leite. A avicultura industrial (frango de corte e ovos) desponta timidamente. Já o setor agrícola continua vinculado às características da agricultura tradicional, com pequenos produtores de feijão, milho, mandioca, mamona e sisal, dedicados à economia de subsistência. 


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