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David Rios saúda os 122 anos de Inhambupe

Publicado em: 07/08/2018 10:37
Editoria: Notícia

Com a fibra, a coragem e a determinação de modificar as condições de vida de seu povo, Inhambupe, município distante 153 km de Salvador, completou  ontem 122 anos de emancipação política. Atento à importante data, o deputado David Rios (PSDB) celebrou esta data, afirmando que “hoje é dia de festa no sertão, e no coração dos sertanejos baianos”.

O parlamentar tucano ressaltou os laços firmes que o ligam a Inhambupe, onde vem participando de ações sociais na área e tem um acolhimento digno da melhor hospitalidade do povo da Bahia. Ele reafirmou o compromisso com o progresso e o bem-estar social dos inhambupenses. “Contem sempre com este amigo para todos os momentos, na saúde e na doença”, acrescentou.

A ORIGEM

Com quase 150 mil habitantes, Inhambupe se originou com a catequese dos indígenas locais, quando os jesuítas estabeleceram um colégio em Água Fria e estimularam a povoação da região. Em tupi, a palavra significa “rios dos inhambus”, numa referência a uma ave muito presente na região, parecendo com uma galinha d’angola, de ovos azuis, cantar muito bonito e cuja carne era muito apreciada pelos índios do lugar.

Em 26 de junho de 1801, por Carta Régia, foi instalada a Vila de Inhambupe de Cima, sendo criada a freguesia em 7 de novembro de 1816. Inhambupe ganhou foros de cidade em 6 de agosto de 1806, pela Lei Estadual nº 134.

Hoje, Inhambupe é um município progressista e próspero, que tem uma economia forte, baseada principalmente na agricultura e na pecuária. Está entre os maiores produtores estaduais de laranja, limão e mel e tem também como destaque a exportação de frutas cítricas, contando com grandes empresas produtoras. Boa parte do território municipal é ocupado pelo plantio de eucalipto, que é beneficiado principalmente por empresas no Polo Petroquímico de Camaçari, de onde a produção segue para o exterior.

Pela cidade passou em suas andanças pelo sertão da Bahia, pregando a fé no Bom Jesus, reformando cemitérios e construindo igrejas, o líder messiânico Antônio Conselheiro, com seu séquito de fiéis, antes de se estabelecer em Canudos, palco da famosa guerra, no final do Século 19.



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