A passagem dos 99 anos de emancipação político-administrativa do município de Guanambi, comemorada dia 14, foi lembrada em moção de congratulações apresentada na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) pelo deputado Pastor Sargento Isidório (Avante).
No documento, o parlamentar explica que Guanambi, é conhecida como Cidade do Algodão ou Capital dos Ventos, ganhou projeção nacional através do decreto nº 01, de janeiro de 2017, assinado pelo prefeito Jairo Magalhães, que entregou à época as chaves da cidade para Deus. “Ato de caráter simbólico que nos motivou aplausos e serviu de modelo para nossa proposta de projeto de lei apresentada em 5 de julho passado. O PL em tela apresentou toda a Bahia e seu povo à Santíssima Trindade: o Pai, o Filho e o Espírito Santo”, declarou Isidório.
Na moção o parlamentar fala que “Uma cidade de gente trabalhadora, guerreira, temente a Deus, cuja densidade demográfica é de 66,95 habitantes por km², a população é de 86.808 habitantes (segundo IBGE 2017) e a área é de 1.296.654 km², que faz limite com os municípios de Caetité, Igaporã, Pindaí, Candiba, Palmas de Monte Alto, Matina e Sebastião Laranjeiras”.
De acordo com o documento, a denominação de “Guanambi” deriva do nome Beija-Flor dado ao antigo arraial, pois, em tupi-guarani, as palavras guainumbi, significa beija-flor. Em meados de 1880 – relata o deputado na moção –, foi criado o Distrito de Paz de Bela Flor pertencente ao município de Palmas de Monte Alto (Lei provincial nº. 1797 de 23 de junho de 1880). Embora oficialmente tivesse a denominação de Bela Flor, por muito tempo persistiu o nome de Beija-Flor, com o qual o lugar se tornara conhecido. Em 14 de agosto de 1919, através da Lei Estadual nº 1.364, o município foi emancipado política e administrativamente, recebendo o nome de Guanambi.
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