No próximo dia 22 Jitaúna completa 57 anos de emancipação político-administrativa e data “deve ser sempre comemorada com muita alegria, não só pelos moradores do município, mas também por toda a Bahia”, considera Bira Corôa (PT), em moção de aplausos protocolada na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA). O aniversário da cidade “é um dia histórico e por isso me junto a todos vocês, de coração, para comemorar esta importante data”, declarou.
No documento, o deputado resgata a história do município, que “se inicia em uma cabana de palha, construída para hospedar os tropeiros que exploravam a região. Nesta época, destacaram-se as figuras dos fazendeiros Sérgio Bispo e Arcanjo Pereira e, logo depois, dos colonizadores Salvador Amaral e Álvaro Amaral, que saíram de Jequié em direção ao sul à procura de um ponto para negócios e compra de cacau. Foi nesta região intermediaria, entre a zona da mata e o semiárido baiano, que acharam uma excelente localidade, principalmente por ser uma via de passagem de tropeiros e exploradores para outras regiões. Logo o local cresceu e tornou-se povoado conhecido pelo nome de Mija Gás”.
Isto porque “os tropeiros carregavam latas de querosene em animais, e com o abalo das caminhadas, essas latas furavam e derramavam gás pelo meio da estrada, deixando assim um cheiro desagradável”
Em 1914 é construída a primeira igreja católica da localidade e “com passar do tempo o progresso foi aumentando. Em 1918 o lugarejo recebeu a designação de Esplanada, considerando que toda região povoada era plana. Em 1920, já possuía três avenidas e uma praça”.
Em 1926 ocorreu inicialmente a mudança do nome para Itaúna, mas por existirem duas cidades com o mesmo nome em estados diferentes, uma em Minas Gerais outra na Bahia, “o professor Teodorico Sampaio, em Salvador, resolveu mudar para Jitaúna, “Jita”(abelha) e “Una”(preta)”, arremata Bira Corôa.
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