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ALBA reconhece os bons serviços prestados por David Lavigne e Zínia Góes

Publicado em: 23/01/2019 00:45
Editoria: Notícia

Dois servidores atuantes na história da Assembleia Legislativa, Zínia Góes e David Lavigne, passaram a ser nome das praças interna e externa, respectivamente, do Parlamento, reinauguradas na tarde desta terça-feira (22) pelo presidente Angelo Coronel, na presença de servidores, parlamentares e do senador Otto Alencar.

A primeira placa descerrada foi a da praça interna que leva agora o nome de David Lavigne, 66 anos, “uma figura carismática, um dos mais antigos da nossa Casa”, conforme destacou Coronel. David começou a trabalhar na ALBA há 52 anos como mensageiro (menor aprendiz), passando por vários setores, entre eles a Presidência, a Coordenação de Serviços Gráficos, o Departamento de Taquigrafia, a Coordenação de Anais e, há aproximadamente 30 anos, a Assessoria de Comunicação.

“Funcionário exemplar, sempre a postos para o trabalho, várias vezes foi acionado fora do horário administrativo para resolver problemas emergenciais. Com a chegada da digitalização, como não gostava de ficar parado, ficou agoniado, pois o volume de trabalho diminuiu”, conta o chefe da Ascom, Paulo Bina.

Sensibilizado com a homenagem, David, acompanhado de esposa Mariângela, também servidora da Casa, e da filha Lívia, agradeceu a iniciativa. “A ALBA é tudo na minha vida, minha segunda casa”.

A outra inauguração foi da praça externa, que homenageou Zínia Góes, 89 anos, pela sua atuação na Casa em várias frentes, a exemplo da Coordenação de Anais, criação do Memorial da ALBA, idealizadora do Coral e da Galeria da Mulher Legislativa. Também fez parte do setor de promoção social onde promovia eventos de confraternização e lançou livro com poesias de deputados e funcionários, intitulado Reflexão. “Eu não me contenho, não esperava isso”, disse Zínia, emocionada.

Para o presidente da ALBA, é importante não só homenagear autoridades, mas sobretudo servidor que deu o sangue pela Assembleia. “Estou feliz em ver que as pessoas se tornaram irmãs, e em ver a Casa mais plural, mais harmônica, mais humana e transparente. Saio daqui com cabeça erguida, com o coração palpitando, nos braços do povo e pela porta da frente, entregando obras pequenas, mas de grande valia para quem está aqui no seu cotidiano”.


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