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Fabíola Mansur destaca legado deixado por Makota Valdina

Publicado em: 20/03/2019 21:37
Editoria: Notícia

A deputada Fabíola Mansur (PSB) manifestou pesar pelo falecimento de Valdina de Oliveira Pinto, conhecida como Makota Valdina, educadora, líder espiritual e ativista no combate ao racismo e à intolerância religiosa.


Em sua moção apresentada à Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), destacou o legado deixado por Valdina. "Além de líder religiosa e militante das questões afetas à raça, Makota Valdina era, também, uma líder comunitária no bairro do Engenho Velho da Federação, onde ajudava seu povo nas dificuldades do cotidiano de um bairro que ainda detém uma população que vive em área de risco social", descreveu.


Na área cultural, Fabíola relembra que Makota foi protagonista de um documentário dirigido por Joyce Rodrigues, o documentário Makota Valdina - Um jeito Negro de Ser e Viver, que retratou sua vida e recebeu o primeiro Prêmio Palmares de Comunicação, da Fundação Cultural Palmares, na categoria Programas de Rádio e Vídeo. Em 2013, Makota Valdina publicou o livro de memórias intitulado "Meu caminhar, meu viver".


"Fato interessante em sua rica biografia é o de que ela só aderiu ao candomblé nos anos 70, quando tomou consciência do racismo, coincidentemente, era o mesmo ano de surgimento do Movimento Negro Unificado e do Ilê Aiyê. Com sua entrada no candomblé, Makota passou a empunhar a bandeira das religiões africanas como instrumento de luta política e social", relatou a deputada Fabíola Mansur.


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