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Niltinho presta homenagem pela passagem do Dia do Jornalista

Publicado em: 08/04/2019 18:18
Editoria: Notícia

A passagem do Dia do Jornalista, dia 7 de abril, foi lembrada pelo deputado Niltinho (PP) em moção de congratulações inserida nas atas dos trabalhos da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA). 


No documento, o parlamentar, lembra que a data foi instituída no ano de 1931, através de decisão da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) em homenagem ao médico e jornalista Giovanni Battista Líbero Badaró, ou Líbero Badaró, como era conhecido, criador do Observatório Constitucional, jornal independente que dava enfoque a temas políticos censurados ou encobertos pela monarquia. “Líbero foi morto em 1830 por inimigos políticos, pois foi uma importante personalidade que lutou pelo fim da monarquia portuguesa e independência do Brasil”, explicou Niltinho. 

O legislador trouxe à tona, na moção, uma parte da história do jornalismo no país, recordando, entre outros, que “o primeiro jornal brasileiro, o Correio Braziliense, não era produzido no Brasil, mas sim em Londres pelo jornalista Hipólito José da Costa Pereira Furtado de Mendonça”. Segundo ele, a tiragem do periódico era de poucos exemplares, já que a maior parte da população brasileira era analfabeta. 

“Com a abolição da escravatura no ano de 1888, a imprensa brasileira passou a desenvolver-se e tornar-se mais popular com os avanços na educação básica, o barateamento dos custos de produção e a possibilidade de inserção de imagens nos periódicos”, esclareceu. 

Segundo o deputado, “o dia do jornalista foi instituído para reverenciar o trabalho desses abnegados profissionais da mídia, responsáveis por apurar os fatos e levar as informações por meio do rádio, televisão, jornal impresso ou na internet sobre os acontecimentos locais, regionais, nacionais e internacionais de maneira imparcial e ética”.

Niltinho ressalta ainda que, até 1940, os jornalistas brasileiros não tinham formação específica e eram em sua maioria médicos, advogados e escritores da sociedade brasileira. Ele relata que, no ano de 1947, foi criado o primeiro curso de jornalismo no Brasil no estado de São Paulo, na Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero. 

A graduação em jornalismo ganhou força no ano de 1960 e o diploma tornou-se exigência para o exercício da profissão no ano de 1969, possibilitando, assim, o crescimento e aperfeiçoamento dos cursos de graduação e posteriormente dos cursos de pós-graduação para os profissionais da comunicação. 

“Dessa forma, para esses profissionais aguerridos e batalhadores, que fazem do jornalismo a 'arte de sintonizar o mundo até as pessoas', presto essa homenagem para que a cada dia esses profissionais essenciais na preservação do estado democrático de direito sejam motivados a desenvolver-se na arte de comunicar”, declarou. 



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