A passagem do aniversário da cidade de Nordestina também foi registrada pelo deputado estadual Laerte do Vando (PSC) em Moção de Congratulação pelos 34 anos de emancipação política da cidade, comemorado no dia 9 de maio. Por cumprir agenda em Brasília na última semana, o parlamentar só protocolou o documento na tarde desta segunda-feira, 13.
O município ganhou esse nome por estar localizado na mesorregião do Nordeste baiano. Criado por força da Lei Estadual nº 4.449/1985, assinada pelo então governador João Durval Carneiro, foi oficialmente desmembrado de Queimadas.
Em 1937, Tertuliano de Souza Pereira e Gregório Batista resolveram construir duas casas numa fazenda comum para aventurar-se na produção da fibra do caruá e da casca de angico. A Fazenda Cajueiro, que pertencia ao município de Queimadas, vivia sob tensão por ter sida visitada pelo maior cangaceiro brasileiro, o Virgulino Ferreira da Silva (Lampião). Os colonizadores, entretanto, desafiaram o perigo e as dificuldades da seca e ali se fixaram para lutar pelo desenvolvimento da região.
No documento, o parlamentar destacou o desenvolvimento e a hospitalidade dos moradores da cidade. Com uma população estimada em 113.095 habitantes, segundo estimada do IBGE/2018 (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), Nordestina também é reconhecida pela descoberta de fósseis pré-históricos na década de 80, além de jazidas minerais de ouro e diamante. A economia do município também está pautada na agricultura de subsistência de pequeno e médio porte, sendo o comércio bastante diversificado.
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