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HOMENAGEM A IRMÃ DULCE - Tom Araújo comemorou canonização da freira

Publicado em: 17/05/2019 19:12
Editoria: Notícia

A canonização de Irmã Dulce, o “Anjo Bom da Bahia”, como Santa Dulce dos Pobres, foi comemorada pelo deputado Tom Araújo (DEM) que apresentou, na Assembleia Legislativa do Estado da Bahia (ALBA), uma moção de congratulações pelo reconhecimento do Vaticano ao trabalho social desenvolvido pela freirinha durante mais de 50 anos em Salvador.



No documento, Tom conta toda a trajetória de luta de Irmã Dulce em favor dos mais necessitados. Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes nasceu na capital baiana, no dia 26 de maio de 1914. Aos 13 anos, passou a acolher mendigos e doentes em sua casa, conhecida como “A Portaria de São Francisco”, no bairro de Nazaré.



O democrata lembra que, aos 19 anos, depois da formatura como professora,  Maria Rita entra para a Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, na cidade de São Cristóvão, em Sergipe. Em 13 de agosto de 1933, recebe o hábito de freira das Irmãs Missionárias e adota, em homenagem à sua mãe, o nome de Irmã Dulce. 



Em sua moção, o parlamentar mostra dados que atestam o caráter humanitário do trabalho realizado pela freira. A Osid atualmente é um dos maiores complexos de saúde com atendimento 100% gratuito do Brasil, com 3,5 milhões de atendimentos ambulatoriais por ano a usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), dependentes de substâncias psicoativas e pessoas em situação de rua. 


 Irmã Dulce morreu em 13 de março de 1992 e a causa da Canonização foi iniciada em 2000. Em outubro de 2010, foi reconhecida a autenticidade do primeiro milagre, “um caso de pós-parto de uma moradora da cidade de Malhador, no interior de Sergipe”.                            


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