A data de 13 de junho é marcada na Bahia pela festa de emancipação de diversos municípios. Quatro deles foram lembrados na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) em moção de congratulações do deputado Tom Araújo (DEM). São eles: Ourolândia, Nova Fátima, São José do Jacuípe e Cabaceiras do Paraguaçu.
Ourolândia completou 21 anos de fundação. Antes distrito, pertencia ao município de Jacobina e se chamava Ouro Branco em virtude da grande quantidade de mármore existente na região. “Nesta data de grande importância para Ourolândia, parabenizamos e desejamos ainda mais desenvolvimento e progresso para essa gente batalhadora e hospitaleira”, disse o democrata em seu documento.
Nova Fátima, por sua vez, comemorou 30 anos de emancipação. Na moção, o parlamentar destaca que o município tem uma importante tradição religiosa e possui uma economia que gira em torno do comércio de pequenas e microempresas, além da produção do sisal. “É uma das maiores produtoras da fibra na região. Atualmente, a produção é menor que nos anos de 1980, por isso, muitas pessoas deixaram o campo, onde viviam da produção do sisal, e migraram para a sede do município ou outras grandes cidades”, explica o deputado.
Outros pontos que Tom Araújo menciona é a criação de gado para o corte e produção leiteira, além da forte feira livre. “A cidade realiza, aos domingos, uma feira livre onde os comerciantes da cidade e região vendem a produção local como frutas, carnes, roupas e utensílios para o lar”, relatou o legislador em sua moção.
Também com 30 anos de fundação, Cabaceiras do Paraguaçu é lembrada por ter uma história que se confunde com a do poeta Castro Alves, nascido na Fazenda Cabaceiras. “Que essa gente hospitaleira continue honrando sua terra, buscando contribuir ainda mais para o seu crescimento”, desejou o parlamentar.
Situado na região do semiárido da Bahia, São José do Jacuípe chegou aos 30 anos desde que foi desmembrado de Capim Grosso. O município, frisa o Tom Araújo, tem uma economia baseada na agricultura e na pecuária de subsistência, com pequena atividade industrial e comercial, notadamente na área de serviços. “A cultura do sisal é também muito importante para a economia local devido à dificuldade em desenvolver outras culturas, notadamente em razão das características climáticas do semiárido, onde podem ocorrer grandes períodos de estiagem, o que inviabiliza outras lavouras menos resistentes”, destacou Araújo.
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