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Fabíola Mansur comemora 52 anos de bons serviços do Ipac

Publicado em: 18/09/2019 17:13
Editoria: Notícia

A deputada Fabíola Mansur aplaudiu o Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Ipac) - vinculado à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia pelo seu aniversário de criação. Segundo a parlamentar, o órgão chega aos 52 anos atuando de forma integrada e em articulação com a sociedade e os poderes públicos municipais, estaduais e federais, na proteção dos nossos bens culturais, o patrimônio cultural na Bahia.

A parlamentar conta que a criação do Ipac se deu a partir da visita de um consultor da Unesco ao Brasil, que alertou, em seu relatório, para a necessidade de um órgão estadual atento aos patrimônios baianos. Em setembro de 1967, o então governador da Bahia Luís Viana Filho assinou a Lei Estadual n° 2.464, criando a Fundação do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia – FPACBa, cuja regulamentação foi instituída quatro anos depois. Em 1980, a Fundação do Patrimônio foi transformada numa autarquia, sob a denominação Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Ipac), vinculada atualmente à Secretaria da Cultura (Secult). 

“Na caminhada de vida do IPAC, a proteção de nossos bens artísticos e culturais também é marcada por atividades de Educação Patrimonial. Nesse segmento, o Ipac vem intensificando o exercício de ampliar o entendimento sobre patrimônio (material e imaterial), com o objetivo de sensibilizar a sociedade quanto à preservação do seu bem e de sua memória”, enfatizou.

Entre as ações do Ipac, a legisladora destacou o projeto Narrativas Patrimoniais, que oferece orientação técnica voltada para elaboração de projetos, com ênfase na valorização do patrimônio cultural, que já beneficiou um total de 1.700 pessoas; as atividades da Coordenação de Educação Patrimonial, que conta com mais de 2.600 beneficiados; e as atividades de sensibilização, realizadas pela Gerência de Patrimônio Material (Gemat) com alunos da disciplina de Direito Administrativo da Unijorge, com o propósito de apresentar na prática o que é estudado em sala de aula, quando o assunto é museologia e patrimônio. Os estudantes já visitaram o Hotel da Bahia, a Casa Número 6 do Rio Vermelho, o Palacete das Artes e o Terreiro de Candomblé Pilão de Prata, todos tombados pelo IPAC.


“Apesar das dificuldades por mais recursos financeiros, o Ipac tem muito a comemorar, a exemplo dos resultados de seu trabalho na preservação dos patrimônios baianos. A diretoria de obras do Ipac trabalha incansavelmente no planejamento e execução de ações de conservação e restauro, com uma atenção especial para o interior baiano”, colocou.
Na moção, Fabíola parabenizou o órgão, saudando o diretor-geral da instituição, João Carlos Oliveira e toda equipe “que construiu a história deste importante órgão público, suas conquistas e avanços na preservação e conservação dos patrimônios culturais baianos, contribuindo na manutenção de nossa história e de nossa memória”, concluiu.   




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