A deputada Talita Oliveira (PSL) quer que as sessões plenárias da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) tenham tradução simultânea para a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Para isso, apresentou o projeto de lei 23.539/2019, que estabelece a responsabilidade da tradução a profissional intérprete de Libras, com formação em curso de instituição formalmente reconhecida. A Língua Brasileira de Sinais é usada por pessoas com deficiência auditiva e legalmente reconhecida como meio de comunicação e expressão.
Na avaliação da deputada, a importância da Libras é “ indiscutível, ainda mais por ser uma maneira necessária e imprescindível de inclusão social de indivíduos com deficiência”. Para ela, “os deficientes auditivos devem estar inseridos, de toda e qualquer forma, na vida em sociedade, e uma das maneiras mais básicas de inclusão é por meio da linguagem, elemento indispensável para o exercício da comunicação”.
Dentro desse contexto, Talita mencionou na justificativa da proposição a “grande iniciativa” do presidente da República, Jair Bolsonaro que, “dando um grande passo para a inclusão social de surdos”, fez presente em toda a sua campanha um intérprete, atendendo à legislação. Segundo ela, Bolsonaro inovou ao ser “o primeiro presidente a ter em seu discurso de posse tradução simultânea para Libras”.
Talita considera que a Língua Brasileira de Sinais é necessária à sociedade. No caso da Bahia, observou ela, a implantação da tradução simultânea para Libras nas sessões da Assembleia Legislativa deixarão a população com deficiência auditiva “ciente e a par de tudo quanto decidido e debatido no Poder Legislativo”.
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