Ao parabenizar a população de Ibititá, pela passagem dos 58 anos de emancipação política no dia 17 de outubro, o deputado Tom Araújo (DEM) contou a história desse “pequeno e acolhedor” município. Na moção apresentada na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), Tom contou que Ibititá teve sua origem no final século XIX, quando os irmãos Martiniano, Clemente e Benigno Marques Dourado fundaram a comunidade que deu origem a cidade.
“À época, o local foi denominado de Rochedo pelo fato dos seus desbravadores ao se aproximarem da região, em primeiro momento, avistarem diversas rochas”, observou o deputado. Segundo ele, as boas terras, de solo fértil, proporcionaram o cultivo de cereais e algodão, assim como o desenvolvimento da pecuária. “Com o crescimento da comunidade e aumento do número de moradores, dentre outros pontos, em 1927, o povoado é transformado em distrito, mas ainda subordinado a Irecê”, acrescentou ele.
Tom Araújo contou ainda que, somente em 1941, o topônimo foi alterado para Ibititá. “Vinte anos depois, em 17 de outubro de 1961, Ibititá é emancipado e elevado à categoria de município pela lei estadual nº 1.518”, afirmou ele, acrescentando: “Após passar por novas alterações no decorrer dos anos, a realizada em 1988 formaliza em definitivo a organização territorial da cidade, constituída a partir de então por três distritos: Ibititá, Canoão e Feira Nova”, afirmou ele.
Ele lembrou ainda que o município, atualmente, mantém sua economia baseada na agricultura, com predominância da produção de feijão e mamona. “É também importante ressaltar que, segundo o Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola realizado pelo IBGE, computados entre outubro de 2017 e fevereiro de 2018, o município foi o maior produtor de mamona do nosso estado”, concluiu ele.
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