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Servidores da Assembleia mostram talento no Albashow

Publicado em: 24/10/2019 21:40
Editoria: Notícia

Os artistas da ALBA brilharam e animaram o Auditório Jornalista Jorge Calmon, no Albashow, que, depois de cinco anos, volta ao calendário de eventos da Casa. Durante a manhã, 18 talentos apresentaram músicas de gêneros diversos - música afro-brasileira, MPB e gospel - e apresentaram números de poesia e dança. O evento fechou com chave de ouro a Semana do Servidor, na presença de Danda Leal, presidente do Instituto Assembleia de Carinho, e de Francisco Raposo, superintendente de Recursos Humanos.

A mostra começou com a apresentação do idealizador do projeto, Newton Silva, que interpretou Para Sorrir, música de sua autoria em homenagem à sua esposa, presente na plateia. Rick Botelho e Neta cantaram as canções gospel Sonda-me, Usa-me, de Aline Barros, Ana Feitosa e Edson Feitosa;  Lindo És, de Juliano Son; e Eu cuido de ti, de Cláudia Canção, respectivamente. 

INTERPRETAÇÕES

Coube ao servidor Nilton Gordo, da coordenação de Almoxarifado, a interpretação do pagode romântico Tempo de Aprender, de Chiquinho dos Santos. Da MPB foram interpretadas as músicas  Nossa Canção, de Luiz Ayrão, por Nice, do gabinete do deputado Eduardo Salles (PP); Não quero dinheiro, de Tim Maia, por Marcelo Costa, da TV ALBA; A Palo Seco, de Belchior, por Paulinha, da coordenação de Expediente; e Lamento Sertanejo, de Dominguinhos e Gilberto Gil, pela dupla Luiza Mutti e Rhay Miranda, colaboradores do Coral da ALBA.

Ainda no repertório, o reggae Me Namora, de Edu Ribeiro, pela dupla Emile e Igor, (Expediente e Diretoria de Tecnologia da Informação); a sertaneja Nem Tchum, de D. Davilla, D. Silveira/J. Pepato e R. Borges, apresentada por Paulinha Ary, do gabinete do deputado Eduardo Salles; e a internacional One and Only, de Adele Adkins, Dan Wilson e Greg Wells, por Bela Carol, do Serviço Médico.

Um pot-pourri de músicas afro-brasileiras foi apresentado pelo professor Aristides, da Escola do Legislativo, Adaílton da iderança do PT na Casa, e Judson, da TV ALBA.

Intercalados com as apresentações musicais, a dança e a poesia marcaram presença no evento, com Ana Tereza, da coordenação de Anais, apresentando a coreografia Daydream in Blue, e  Rosa Lopes, da coordenação de Biblioteca, declamando o poema A Chuva, da servidora do mesmo setor, Lucrécia Rocha.

Os artistas servidores da ALBA foram acompanhados pelos instrumentistas Geovane Evangelista (sax tenor), Elias Evangelista (baixo), Márcio Pereira guitarra e Ian Argolo (percussão).

HISTÓRIA

Criado em 1998, o Albashow foi uma ideia de Newton Santos Silva, há 22 anos funcionário da Casa. Com bastante experiência em produção de eventos, ele conta que, na época, a Semana do Servidor era comemorada com somente duas atividades: uma peça teatral e uma festa no Clube da Assalba. 

Ao propor o novo formato, a intenção era promover o protagonismo do servidor, que além de espectador, começaria a mostrar seus talentos, surpreendendo seus colegas, e sendo homenageado no seu dia. “Com a mostra, começaram a aparecer muitos talentos: cantores, repentistas, atores, dançarinos, declamadores, cordelistas e humoristas. O sucesso foi tanto, que o projeto se repetiu até 2014, quando foi interrompido e substituído pelo Alba Voice e agora está de volta com força total”, comemora.

Entre os muitos servidores presentes no auditório, Paulo Tito, chefe do pessoal de limpeza, elogiou a iniciativa. Para ele, é muito importante que se realize eventos em prol da valorização do funcionário da Casa. “É um momento rico em que a gente conhece e interage com os colegas, reconhecendo suas habilidades em outras áreas e se divertindo”.



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