O deputado Luciano Simões Filho (DEM) parabenizou Serrinha pela passagem do aniversário do município, comemorado no último sábado (13). Na moção de aplausos protocolada na Assembleia Legislativa da Bahia, o parlamentar informa que a cidade homenageada inicialmente era habitada por remanescentes da tribo indígena dos Biritingas, quando, no começo do século XVII, os colonizadores portugueses abriram a estrada das boiadas que ligava a capital da colônia ao alto sertão do São Francisco. Como consequência disso, chegaram os catequistas (Segundo inscrição em mármore existente no interior da lgreja Matriz, que registra as datas de 1646/25-Março-1946).
O parlamentar ressaltou que em 1716, o local onde fica a cidade era um logradouro da fazenda Tamboata, pertencente aos herdeiros do fidalgo Miguel de Sandanha. Em 1723, Joana Guedes e seu esposo, João Mascarenhas, venderam a propriedade a Bernardo da Silva. A sede da fazenda foi então transferida para as adjacências de pequena serra, passando, daí em diante, a ser conhecida como Serrinha pelos comerciantes de gado e tropeiros que se destinavam ao rio São Francisco. O local tinha a finalidade de criar gado e servir de ponto de descanso de homens e animais. Possuía dez cases de telha.
Segundo Simões, com o falecimento de Bernardo da Silva, seus herdeiros doaram uma légua de terra a Santana, em nome da qual foi erigida capela (concluída em 1780), tornando-se freguesia em 1838. Surgiu o município em 1876, após tornar-se centro comercial e agropecuário recebendo foros de cidade. Foi desmembrado do de Irara (na época, Purificação).
“Serrinha é palco turístico de duas manifestações populares, religiosa e esportiva, que são: A Procissão do Fogaréu, realizada anualmente na cidade de Serrinha e é reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado. Além da sua famosa Vaquejada, no dia 7 de Setembro, evento que reúne milhares de baianos e turistas de outros Estados, com grandes atrações musicais diversificadas”, finalizou Luciano Simões.
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