O deputado Bira Corôa (PT) parabenizou os municípios de Serra Dourada, Aiquara e Dom Macedo Costa, pelos respectivos aniversários de emancipação político-administrativo. Por meio de moção de aplausos, o parlamentar lembrou a história das cidades que completaram 59 anos. Segundo o petista, no passado, antes de ganhar o no nome de Serra Dourada, o território chegou a ser habitado pelos índios acroás, conhecidos por pimenteiras, vindos de Goiás. Município criado em 1962 com território desmembrado do distrito de Penamar (atual sede municipal) e parte do território do distrito-sede de Santana, com a denominação de Serra Dourada e desmembrado do município de Santana. O local foi uma grande fazenda com o nome de São Gonçalo. Por meio do Decreto Provincial 11.089, de 30 de novembro de 1898, alterou o nome de São Gonçalo para Penamar. Em 12 de abril, no ano de 1962, o distrito de Penamar emancipou-se, com o nome de Serra Dourada, em alusão à formação orográfica local. “A criação do município de Serra Dourada é um marco na história política de seu povo. Aspirações políticas, determinação e entusiasmo de cidadãos e cidadãs do distrito, muito pode ser dito sobre este município que caminha em direção a um futuro próspero e feliz, repleto de desafios”, afirmou Bira Corôa. Serra Dourada é um município situado no Extremo Oeste da Bahia. Encontra-se geograficamente em um vale. Formada por campos, matas e baixadas que vão do morro do bode ao contrafortes da Serra Geral em Tabocas e Angical. Faz divisa com os municípios de Tabocas do Brejo Velho, Sítio do Mato, Brejolândia e Santana. Hoje possui uma população de aproximadamente 18.000 habitantes. Sobre Aiquara, o deputado contou que até 1915 o município era uma propriedade rural pertencente a Honorato José dos Santos, denominado Preguiça. Conforme ressaltou o legislador, em 1916, chegaram à Preguiça, algumas pessoas em busca de novos mercados de trabalho, atraídas pela fertilidade do solo. “Com isso, o proprietário das terras doou partes da fazenda para construção de casas para os recém-chegados, iniciando um povoamento. Mais tarde, essas terras passaram para o domínio público com o nome Arraial da Conceição”, explicou. Através do Decreto n.º8 143, de 8 de setembro de 1932 Aiquara passou à categoria de distrito, estando subordinado diretamente ao município de Jequié, no entanto, a tão aguardada emancipação política de foi fixada pela Lei Estadual nº. 1 588, de 12 de abril de 1962. De origem indígena, Aiquara quer dizer “caminho da toca”. Aiquara, localizado a pouco mais de 400 km de Salvador, integra a Região de Jequié, possui uma população de aproximadamente 5 mil habitantes, tendo como vizinhos os municípios de Jequié, Jitaúna, Itagibá, Ipiau e Itagi. Já na moção de Dom Macedo, Corôa lembrou as origens do município criado em 1883, quando a família Souza Pithon ergueu a capela de São Roque, e que em 22 de maio do mesmo ano o padre Francisco Felix de Souza Pithon rezou a primeira missa, inaugurando a capela que hoje é a Igreja Matriz da cidade. “Em 4 de abril de 1962, o distrito se emancipa politicamente através da Lei Estadual nº 1652, e seus moradores resolvem dar o nome de Dom Macedo Costa, em homenagem ao grande amigo da família Souza Pithon e do povo da vila”, relatou. Ele também destacou a agropecuária entre as principais atividades econômicas do município, com criação de bovinos e suínos e as plantações de fumo, café, cana-de-açúcar, mandioca, andu, amendoim, aipim, banana, milho, batata, feijão e verduras. Por fim, parabenizou a gestão local e a toda população de Dom Macedo Costa, “desejando cada vez mais crescimento econômico e desenvolvimento social, para o município e seus cidadãos”.
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