A deputada Olívia Santana (PC do B) defendeu a realização de uma campanha de arrecadação de alimentos não-perecíveis, produtos de limpeza e higiene em paralelo à vacinação contra a Covid-19, para atendimento de pessoas em situação de desemprego, pobreza e vulnerabilidade social. Em indicação encaminhada ao governador Rui Costa (PT), Olívia sugeriu que as doações sejam entregues nos postos fixos de vacinação contra a Covid-19.
“Para garantir o sucesso da campanha, é importante envolver a Secretaria de Saúde, a Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social, as Voluntárias Sociais, a Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte e a UPB com as prefeituras e órgãos municipais de saúde e assistência social”, pontuou a deputada no documento já protocolado na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA).
“O objetivo é que, voluntariamente, no momento da imunização, as pessoas que queiram colaborar, encontrem a infraestrutura necessária para entrega de cestas básicas, quilos de alimentos não perecíveis, produtos de limpeza ou material de higiene nos postos de vacinação”, acrescentou Olívia.
De acordo com ela, o material arrecadado deve ser obrigatoriamente doado para os mais vulneráveis, como as mulheres chefes de família desempregadas, comunidades indígenas, quilombolas e elegíveis do Programa Bolsa Família, além de outros perfis que se encaixem na situação de vulnerabilidade social.
A parlamentar lembrou que milhões de pessoas estão sem renda e sem acesso ao auxílio emergencial. “Para piorar, o auxílio emergencial instituído em 2020 em valores que variavam de R$ 600 a R$ 1.200, terminou em dezembro daquele ano. O novo auxílio que será liberado neste ano de 2021 começou a ser pago no dia 6 de abril, em quatro parcelas que vão variar de R$ 150 a R$ 370, que representam uma redução tão drástica de valores que não pagam sequer uma cesta básica, avaliada em R$ 470 pelo Dieese na capital baiana”, concluiu.
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