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Morte de dona Sizínia, mãe do superintendente Francisco Raposo, comove a Assembleia

Publicado em: 16/04/2021 06:30
Editoria: Notícia

Comoveu a Assembleia Legislativa o falecimento de dona Sizínia Oliveira Raposo, mãe do superintendente de Recursos Humanos da ALBA, Francisco Raposo, funcionário efetivo, querido, com mais de 30 anos de serviços prestados à Casa. Aos 91 anos de idade, gozando de boa saúde, ela não resistiu a uma parada cardíaca. Foi sepultada nesta quarta-feira (14), às 15h, no cemitério Jardim da Saudade, com a presença de familiares e dos muitos amigos que o filho agregou em sua vida pessoal e profissional.

O presidente Adolfo Menezes solidarizou-se com o colaborador e amigo Francisco Raposo, e apresentou uma tocante moção de pesar em memória de dona Siza, como era conhecida na intimidade – uma das muitas heroínas anônimas brasileiras que dedicou toda a vida à família, à criação, educação e orientação dos filhos – como ocorreu “com o meu amigo Francisco, que chegou ao ápice de sua carreira como servidor do Legislativo por mérito, construindo em sua carreira profissional a justa fama de competência, correção pessoal e respeitabilidade”, frisou.

DRUMMOND

Na mensagem de despedida que preparou na moção, o presidente da ALBA recorreu ao poeta mineiro Carlos Drummond de Andrade, que em poema belíssimo lembra “que mãe não tem limite, é tempo sem hora, luz que não se apaga”. “O que posso dizer ao meu queridíssimo amigo Chico Raposo, que tinha por Dona Siza uma devoção inquebrantável? Digo-lhe, recorrendo novamente a Drummond, que mãe não morre nunca e que será um vazio só preenchido pela saudade, sentimento que vai acompanhá-lo por todos os dias da sua vida”, refletiu o deputado Adolfo Menezes.

O presidente do Legislativo disse ainda que se compraz em destacar os heróis anônimos de nossa sociedade, aqueles que não têm direito a busto ou estátua: “Dona Siza era uma dessas heroínas anônimas, como existem muitas entre os brasileiros. Costureira, ficou viúva muito cedo e teve que se transformar em pai e mãe para criar – muito bem – dois filhos pequenos, Francisco e Eliene”. Todos os sábados, religiosamente, Francisco Raposo ia ao Lobato, bairro de onde ela nunca quis se afastar, mantendo as amizades por toda a vida, tomar café e dar boas risadas com os causos contados por ela, uma pessoa alegre, que gostava da alegria e das festas.

“Não poderemos mais vê-la nem beijá-la”, acrescentou ele, “mas, com certeza, jamais será esquecida pelos amigos e familiares; por seu filho, Chico, pela nora Terezinha e pelos netos João, Natália, Viviane e Cristiane”, destacou Adolfo Menezes na moção de pesar.


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