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Niltinho parabeniza Biritinga, Caldeirão Grande e Itagimirim

Publicado em: 24/04/2021 08:10
Editoria: Notícia

O deputado Niltinho (PP) patenteou esta semana seu compromisso de continuar representando três dos municípios que fazem parte da sua base eleitoral, ao apresentar moções de congratulações pelo 59º aniversário de emancipação política de Biritinga, Caldeirão Grande e Itagimirim. Ele reafirmou sua atuação junto às autoridades estaduais e federais “para conseguir os benefícios, obras e equipamentos que possam promover o desenvolvimento e melhoria da qualidade de vida de todos, gerando mais empregos e renda ao tempo em que venha a reduzir os principais problemas que mais os afetam”.

O município de Biritinga tem o clima semiárido e o solo fértil. Sua vegetação é a caatinga. A base da economia municipal está baseada na agricultura, como propriedades agrícolas dedicando-se ao plantio de feijão, milho, mandioca e fumo. O setor pecuário dedica-se à criação de bovinos, suínos, ovinos e caprinos. A fruticultura é muito desenvolvida com a produção de acerola, caju, goiaba, graviola, manga, laranja entre outras frutas.

A história da localidade se inicia no ano da Independência do Brasil, com a fundação da Fazenda Bebedouro, na então Sesmaria de Biritinga, a apenas 9km da atual sede do município. O pequeno núcleo populacional que existia em 1864 pertencia ao município de Inhambupe, sendo transformado em distrito nove anos depois, após a abertura da estrada real ligando Alagoinhas a Monte Santo.
No ano em que se findou a I Guerra Mundial, foi criada a paróquia de Manga e seu primeiro vigário foi Fábio Moreira. Na ocasião, Biritinga era distrito de Serrinha, situação que duraria por décadas, até que no final de abril de 1962 alcançou a tão almejada autonomia administrativa, já com o nome de Biritinga. “Após aprovação, peço dar conhecimento dessa homenagem ao ex-prefeito do município Antônio Celso Avelino de Queiroz”, pediu Niltinho.

RURAL

Foi também no final de abril do mesmo ano, exatamente dois dias depois, que Caldeirão Grande conquistou sua emancipação política. “A história do município tem início com a Fazenda Boqueirão”, conta o progressista, lembrando que, na ocasião, aquelas terras pertenciam ao município de Saúde e eram da propriedade particular do coronel Porfírio Ferreira. Até hoje, a localidade tem como característica ser mais rural do que urbano, pois, formada por diversas fazendas, tem apenas 45% de sua população residente nas cidades. O parlamentar pediu uma comunicação especial da homenagem ao prefeito Cândido Pereira da Guirra Filho.

“Com o passar do tempo, as famílias foram crescendo, o povoado foi criado”, conta. O nome foi dado devido à existência de caldeirões de pedras, conhecidos como "lage" onde se juntam águas das chuvas. “No ano de 1961 foram iniciadas as lutas pelo ideal de emancipação política, vindo a se concretizar com a realização de um plebiscito unânime a favor da elevação do status administrativo”. Assim sendo foi através da Lei Estadual n° 1.689, de 25 de abril de 1962, com publicação no Diário Oficial de 27 de Abril de 1962 que a vila de Caldeirão Grande foi elevada à condição de cidade, desmembrando-se do município de Saúde.

ITAGIMIRIM

“O início da povoação do atual município de Itagimirim deu-se durante o ciclo madeireiro, por volta de 1930 quando dois foragidos da justiça se estabeleceram em uma abertura em meio a mata ocasionada pela extração de madeira, no local que atualmente está localizada a Câmara de Vereadores e fizeram um barracão para fins comerciais”, relembrou o deputado. Com o passar do tempo, o local tornou-se ponto de pouso para tropeiros que faziam comércio entre Minas Gerais e o Extremo Sul da Bahia. “Há relatos que a localidade foi inicialmente denominada por Manga Velha, alterando-se para Itagi e posteriormente Itagimirim”, cita.

Durante a maior parte de sua história, a localidade pertenceu a Belmonte, mas passou a ser distrito em 1958 com a emancipação de parte do território, passando a fazer parte do novo município de Itapebi. Mas isso não durou muito, ressalta Niltinho. Apenas quatro anos depois, “surgiu um movimento emancipacionista e, em 23 de abril de 1962, foi encaminhado à Assembleia Legislativa da Bahia o projeto de lei propondo a emancipação”. Após a aprovação, foi sancionado, tornando-se lei sob o número 1.687/62. “Trago essa moção para que sirva de incentivo e estímulo a esse povo batalhador”, ensejou Niltinho, pedindo que tal iniciativa fosse cientificada ao prefeito do município Luiz Carlos Júnior Silva de Oliveira.


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