Na moção de aplausos na qual elogiou a Universidade do Estado da Bahia pelos seus 38 anos, o deputado Bira Corôa (PT) contou que a história da Uneb “consiste em importantes registros da educação superior baiana”. Sua “institucionalização foi vanguardista e uniu instituições da capital e do interior do estado em prol de um projeto multicampi, multipolar, de universidade pública, gratuita, de qualidade e popular”, enalteceu o petista ao informar que, a partir de 1983, o aniversário da Universidade do Estado da Bahia passou a ser comemorado em 1º de junho.
A Uneb, continuou Corôa, está presente na quase todos os 417 municípios baianos por intermédio de programas e ações “extensionistas” em convênio com organizações públicas e privadas, que beneficiam “milhões de cidadãos e cidadãs, a maioria pertencente a segmentos social e economicamente desfavorecidos e excluídos”.
Ela também se destaca por ter sido “a primeira” universidade do Brasil a implementar, por deliberação própria, o sistema de cotas para “negros e negras” e, posteriormente, para indígenas. Agora também são contemplados “com reserva de sobrevagas” quilombolas, ciganos, pessoas com deficiência, transtorno do espectro autista e altas habilidades; transexuais, travestis e transgêneros, “reafirmando o caráter popular, inclusivo e socialmente referenciado da Uneb”, na análise do parlamentar.
Segundo Bira Corôa, “inúmeras” famílias na Bahia “conseguiram sair da pobreza extrema graças à formação superior de seus filhos ofertada pela Uneb”, que se destaca não só pelo compromisso com o ensino superior de qualidade, mas também pela busca constante “da inclusão social, da preocupação permanente com a pesquisa e com o diálogo com todas as comunidades onde se faz presente”.
No documento legislativo, ele também parabenizou “o ato democrático que essa universidade conserva na escolha dos seus gestores”, com destaque para a “brilhante gestão feita pelo magnífico reitor José Bites”.
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