A deputada Jusmari Oliveira (PSD) apresentou, na Assembleia Legislativa, uma indicação solicitando a construção de uma ponte sobre o Rio Grande, no distrito de Jupaguá, em Cotegipe, para interligar a região e impulsionar a economia através da consolidação de diversos empreendimentos, além de impulsionar também a agricultura familiar. A deputada diz que esperar contar com a sensibilidade do governador para que o pleito seja atendido.
Na condição de presidente da Comissão de Agricultura da ALBA, Jusmari afirma que “meu papel é trabalhar por todas as cidades baianas e visualiza na construção da ponte, uma mudança completa no cenário da região onde diversos empreendimentos de pecuária de corte e pecuária leiteira estão instalados”. Segundo a legisladora, a obra beneficiará além dos empreendimentos, os distritos de Taguá, Macambira, Tabatinga, Tabatinguinha e quatro assentamentos localizados na margem esquerda do Rio Grande e terá grande impacto sobre a economia de várias cidades do entorno.
“A construção da ponte dinamizará tanto a agricultura de grande porte, dando totais condições a região de fortalecer a fruticultura capaz de se tornar um novo polo nos moldes de Juazeiro e Petrolina, pois facilitará também a implantação de projetos de irrigação, tornando-se assim um novo centro gerador de emprego e renda na Bahia” afirma Jusmari.
Além disso, a agricultura familiar, que já é praticada nos assentamentos e comunidades, ganhará um novo impulso podendo mudar completamente as condições de vida das pessoas que habitam a região.
Jusmari enfatizou ainda, que a construção da ponte promoverá a interligação do município de Riachão das Neves com o município de Cotegipe e outros municípios circunvizinhos fortalecendo o intercambio do comércio regional, e a ponte poderá ainda ser aproveitada para a construção de uma estrada que interligue (pela margem do Rio Grande), estas cidades ao município de Barra, dando uma nova fisionomia a esta parte do semiárido baiano.
Por fim, a parlamentar ressalta também que, atualmente, a travessia é feita diariamente por centenas de pessoas em balsas e canoas dificultando a passagem dos moradores de um lado ao outro do rio, para ter acesso aos serviços essenciais de saúde, educação, entre outros.
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