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Pedro Tavares parabeniza Barra do Mendes, Iaçu, Olindina e Mairi

Publicado em: 25/08/2021 06:34
Editoria: Notícia

O deputado Pedro Tavares (DEM) apresentou quatro moções de congratulações na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) parabenizando o povo dos municípios de Barra do Mendes, Iaçu, Olindina, que completaram 63 anos no dia 14, e também a população de Mairi, que fez 124 anos no dia 5 deste mês.

No documento em razão do aniversário de emancipação política e administrativa de Barra do Mendes, o parlamentar destaca que o município da Chapada Diamantina, situado a 534 km de Salvador, com população estimada em 15 mil habitantes, começou a ser formado no início do século XIX. “Era uma fazenda chamada Barra, justamente porque ficava no encontro de dois rios. O Mendes foi acrescentado em homenagem ao proprietário, desta família. É ao redor desta fazenda Barra que surgiram outras e, posteriormente, uma grande aglomeração de pessoas”, conta.

Segundo Tavares, “o município de Barra do Mendes foi restaurado, com territórios de parte dos municípios de Gentio do Ouro e Brotas de Macaúbas, pela Lei Estadual nº 1.034, de 14 de agosto de 1958, e reinstalado em 7 de Abril de 1959”. Ele destaca que a cidade é uma grande relíquia das lutas de coronéis, bem como dos combates sangrentos de João Requizado, dos revoltosos da Coluna Prestes, de Corisco e Dadá e da passagem do capitão Lamarca. Por fim, acrescenta que, cercada de lendas, mistérios, misticismo e com natureza exuberante ao redor, Barra do Mendes está se transformando num nova e pujante alternativa de turismo ecológico da região.

Sobre Iaçu, situado no Centro-Norte do Estado, na microrregião de Itaberaba, o democrata lembra que o município foi criado em 14 de agosto de 1958 pela Lei Estadual nº 1026, desmembrando-se de Santa Terezinha, e constituiu dois distritos: João Amaro, fundado pelo Bandeirante João Amaro, e Lajedo Alto.

Localizado a cerca de 280 km da capital Salvador, com população de aproximadamente 27 mil habitantes, fazendo limite com Rafael Jambeiro, Itaberaba, Milagres, Nova Itarana, Marcionílio Souza, Planaltino, Itatim e Boa Vista do Tupim, o município de Iaçu, segundo Tavares, “tem na produção de blocos de cerâmica e na agropecuária o cerne da sua economia. Na agricultura, se destaca na produção de mamona, abóbora, melancia, abacaxi, tomate, pimentão, melancia, feijão, banana, milho, abóbora”.

Na moção de congratulações para Olindina, Tavares lembra que, primeiramente, a cidade foi chamada de Mucambo, depois Nova Olinda, para então chegar à denominação atual. De acordo com ele, a história do município inicia-se nas três décadas finais do século XIX e está diretamente relacionada à Guerra do Paraguai, quando o Dr. Pedro Ribeiro de Araújo, médico-chefe do hospital para feridos, foi agraciado com as terras da atual Olindina, batizando o lugar de Fazenda Mocambo.

A história de Olindina também está relacionada à Guerra de Canudos, segundo o deputado. Ele explica que, em 1882, quando de passagem pelo município de Itapicuru, do qual Olindina fazia parte à época, o beato Antônio Conselheiro construiu uma capela com a invocação de São João Batista, em cujas proximidades se formava um pequeno povoado com alguns casebres. “Na mesma ocasião, deu ao lugar a denominação de Nova Olinda, permanecendo até 1943, quando adotou a denominação definitiva de Olindina”.

Quanto a Mairi, que completou 124 anos de emancipação política no dia 5 de agosto, Pedro Tavares ressalta que se trata de um das cidades mais antigas do Território da Bacia do Jacuípe. Localizado a 284 km de Salvador, com cerca de 20 mil habitantes, o município faz limite com Pintadas e tem no setor agropecuário sua principal fonte econômica, com a expansão da agricultura familiar e a prestação de serviços. “Na cultura, destacam-se a realização da Festa de São João e a folia de reis, quando a cidade recebe moradores e visitantes de diversos municípios circunvizinhos”, diz o parlamentar.

Como explica Tavares, a atual Mairi originou-se do distrito de Monte Alegre pela Lei provincial nº 67, de 1º de julho de 1838, desmembrado do município de Jacobina. Foi elevada à categoria de vila pela Lei provincial nº 669, de 31 de dezembro de 1857, e à condição de cidade com a denominação de Monte Alegre, em 5 de agosto de 1897.



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