A Comissão de Direitos Humanos e Segurança Pública da Assembleia Legislativa da Bahia, em parceria com a Associação dos Moradores de Itapuã, promoveu audiência pública para debater o tema “O papel dos órgãos públicos na ressignificação do Abaeté”, na manhã desta segunda-feira (6). Realizado nas instalações do Parque Metropolitano do Abaeté, no bairro de Itapuã, em Salvador, o evento contou com a presença do presidente do colegiado, Jacó Lula da Silva (PT), de gestores públicos e representantes da sociedade civil organizada.
Segundo Jacó, o objetivo da ação é avançar no sentido de tornar o parque em questão um lugar seguro para moradores e turistas, e devolver ao espaço, considerado sagrado, a condição tema de inspiração para compositores, cantores e pintores. “Até o final da década de 70, Abaeté era parada obrigatória dos turistas que nos visitavam, o que não acontece mais”, lamentou.
O parlamentar considerou o valor ambiental do equipamento e criticou o modelo atual de progresso da humanidade, provocando transtornos, sérios problemas, obrigando a uma resposta drástica da natureza. “Acredito que não pode se pensar mais em desenvolvimento sem levar em conta a dimensão ambiental como pauta prioritária”, afirmou.
Ele também propôs o envolvimento dos jovens, a conscientização ambiental nas escolas, e a escuta da sociedade a respeito das políticas públicas para o parque. “Vocês têm pertencimento, e este é um bom momento para apresentar a proposta sobre qual o abaeté que querem. A gente se compromete a acompanhar a dinâmica de ouvir as pessoas, para que as demandas sejam apresentadas no programa de governo”, afiançou.
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