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ALBA sedia feira agroecológica na semana do Dia Mundial do Meio Ambiente

Publicado em: 07/06/2022 18:59
Editoria: Notícia

Iniciativa proposta pelo deputado Marcelino Galo Lula (PT) acontece na semana do Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado em 5 de junho.
Foto: AscomDep.Galo/AgênciaALBA
Produtos orgânicos como frutas, legumes, doces, geleias, compotas, óleos, azeites, mel, sequilhos, cachaça e cerveja artesanais, dentre outros, são alguns dos itens encontrados na Feira Agroecológica e Solidária da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), que teve início nesta terça-feira (7) e vai até a quinta-feira (9). A iniciativa proposta pelo deputado Marcelino Galo Lula (PT) acontece na semana do Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado em 5 de junho.


A feira agroecológica reúne organizações e agricultores familiares de diversos territórios de identidade do Estado da Bahia e teve início na ALBA em outubro de 2019, quando o então presidente Nelson Leal (PP) oficializou, por sugestão de Marcelino Galo, a feira no calendário de eventos da Casa. Neste ano de 2022, após o arrefecimento da pandemia do coronavírus, Galo solicitou a retomada, em requerimento protocolado no Parlamento, para os meses de maio e junho.


“Estamos muito felizes com o retorno da Feira Agroecológica da ALBA, e a edição desse mês é muito especial porque estamos no Junho Verde, o mês do meio ambiente. E a feira é uma manifestação política potente que mostra a esta Casa Legislativa que é possível produzir alimentos sem veneno e que agroecologia é o caminho para proteger o meio ambiente e termos uma vida melhor”, disse Marcelino Galo.
O legislador destacou ainda que, além de viabilizar a venda de produtos agroecológicos, a feira também tem o objetivo de chamar a atenção dos parlamentares para a necessidade de fomento a iniciativas que dialoguem com a conservação ambiental, biodiversidade, ciclos biológicos e qualidade de vida. 


Natural de Água Fria e residindo atualmente no município de Serrinha, Maria Nilza Santos tem em sua barraca diversos produtos orgânicos e artesanais. Coordenadora da Cooperativa Rede de Produtoras da Bahia (Cooperede), entidade que abriga grupos de mulheres produtoras formadas exclusivamente por mulheres rurais ou periurbanas, Maria afirma que o evento é uma ótima vitrine para a venda e divulgação de produtos feitos por mulheres do campo. “São produtoras que estão lá na base, na zona rural, trabalhando, construindo essa rede. O importante nessa feira é que não há atravessadores, é um negócio direto entre as produtoras e os clientes”, explicou. A vendedora Francenildes Sousa integra a Cooperativa Feminina da Agricultura Familiar e Economia Solidária de Valença (Coomafes). “Aqui é um momento bom para nós, porque fortalece o trabalho de cada integrante cooperada. É uma feira que empodera as mulheres”, ressaltou.


Entre a clientela que circulava pelo corredor onde a feira está montada, estava a secretária parlamentar Eugênia Oliveira, que aproveitou para comprar produtos como ovos, mel e queijo. “Eu estava esperando essa feira, porque queria comprar um mel, algo que a gente não acha de qualidade em qualquer lugar. E aqui tudo é natural, o que nos passa uma segurança sobre o alimento que vamos consumir”, frisou.



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