O aniversário de 60 anos da emancipação política e administrativa de Salinas da Margarida, comemorado nesta quarta-feira (27), foi destacado pelo deputado Jurandy Oliveira (PSB) em moção de aplausos apresentada na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA).
“É uma imensa satisfação festejar um dos capítulos mais importantes da história de Salinas da Margarida, que se desenvolveu pelo constante trabalho e empenho dos salinenses, responsáveis pela formação de um vasto legado cultural, educacional, esportivo e político”, declarou o parlamentar, no documento.
Com população estimada pelo IBGE (2021) em 16.047 habitantes, Salinas da Margarida está localizada na Região Metropolitana de Salvador, fazendo fronteira com Saubara, Maragojipe, Jaguaripe e, incluindo o limite marítimo, a ilha de Itaparica com os municípios de Itaparica e Vera Cruz.
O município é banhado pelas águas da Baía de Todos-os-Santos, possuindo clima de úmido a subsumido, tendo em sua biodiversidade uma caracterização de floresta ombrófila densa, além de um importante e frágil ecossistema preenchendo grande parcela da costa municipal.
“É importante destacar que a região hoje pertencente a Salinas da Margarida foi originalmente habitada pelos índios Tupinambás e posteriormente ocupada pelo comendador Manoel de Souza Campos, que ali instalou duas fazendas: a Santa Luzia e a Conceição”, disse o deputado.
Ele conta que a exportação da piaçava nativa, do dendê, a pesca e a industrialização do sal atraíram muitos operários à região, possibilitando a formação de um povoado que inicialmente se chamou Salinas.
A região foi elevada à categoria de município com o nome Salinas da Margarida pela lei estadual no 1.755, de 27 de julho de 1962, desmembrando-se do município de Itaparica.
Segundo Jurandy, no que se refere ao topônimo da cidade, conta-se que faz menção a uma senhora de nome Margarida, que morava na região e servia de referência para o local, antes conhecido como Ponta da Margarida.
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