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Tavares aplaude aniversário de 10 cidades baianas

Publicado em: 11/08/2022 17:40
Editoria: Notícia

Deputado Pedro Tavares (UB)
Foto: AscomALBA/AgênciaALBA
O deputado Pedro Tavares (UB) apresentou, na Assembleia Legislativa da Bahia, moções de congratulações com 10 municípios baianos que festejaram a emancipação política e administrativa durante o mês de julho.

O aniversário de 60 anos de Macururé, localizado no Território de Identidade de Itaparica, foi comemorado em 27 de julho. O município possui população estimada em 7.752 mil habitantes, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) do ano de 2021. Como destacado pelo deputado, o nome da cidade teve origem em uma antiga fazenda denominada Macururé, como indicam registros de terras coloniais encontrados pelo pesquisador Alex Maia no ano de 1992, no Arquivo Público da Bahia. Ao se congratular com o povo macururense, Tavares enalteceu a história de formação do município e lembrou que o nome do município tem origem indígena, do dialeto das tribos Mariquitos e Pankararus: macu – peixe, rure - maneira de pegá-lo (armadilha).

Localizada na Ilha de Itaparica, a cidade de Vera Cruz também festejou 30 anos de emancipação em 31 de julho. No documento, o parlamentar mencionou os primórdios da história de desenvolvimento do povoado que deu origem ao município como se encontra atualmente. Os registros históricos sobre a ilha destacam a chegada, em 1510, do navegador português Diogo Álvaro Corrêa, o Caramuru, que enamorado da índia tupinambá Paraguaçu, filha do cacique Taparica, casou-se com ela. “A ocupação da ilha se deu a partir de um pequeno núcleo de povoamento, fundado por jesuítas, na contra costa em 1560, onde hoje se localiza a vila de Baiacu, então denominada como Vila do Senhor da Vera Cruz”, contextualizou Pedro Tavares.

Ainda em 27 de julho, o município de Retirolândia comemorou 60 anos de emancipação. Situada no Território de Identidade do Sisal, a cidade se desenvolveu em uma fazenda que pertencia ao município de Conceição do Coité. O local era conhecido por abrigar um ponto de abate de gado, o que atraía pessoas de localidades vizinhas e que começaram a fixar residências nos arredores, dando início ao povoado do Retiro. Com o crescimento, veio a autonomia administrativa e política em 1962.

FERTILIDADE

Tavares aplaudiu também o aniversário de fundação de Jussara, que comemorou o aniversário de emancipação em 27 de julho. Como destacado na moção pelo legislador, a região em que a cidade se encontra foi primitivamente habitada pelos índios Massacarás. “Seu povoamento teve início no final do século XIX por aventureiros que ali se estabeleceram e desenvolveram a agropecuária. A fertilidade do solo atraiu novos colonos, que também ali se fixaram, formando o povoado de Chapada. O topônimo foi alterado para Jussara em 1962, em homenagem ao ex-presidente Juscelino Kubitschek e à sua esposa Sarah Kubitschek”, explicou.

Ao se congratular com o povo de Jacobina, que festejou o aniversário de 142 anos de emancipação também em 28 de julho, o deputado frisou que a história da região remonta ao século XVII, quando muitos bandeirantes chegaram em busca de ouro e metais preciosos. “O primeiro a pisar por aqui foi Belchior Dias Moreyra – o ‘Muribeca’, que percorreu os sertões de Jacobina e afirmou ter encontrado minas de ouro, prata, pedras preciosas, entre outros”, relatou Tavares, lembrando que a região também era habitada pelos índios Payayá.

A data de 28 de julho foi o palco de comemorações em Itabuna. O município completou 112 anos de emancipação e foi lembrado na ALBA em moção de aplausos do deputado Pedro Tavares. No texto, o parlamentar recordou que Itabuna se originou do povoado antes conhecido como Arraial de Tabocas, e teve sua autonomia oficializada no ano de 1910. “Atualmente, Itabuna tem uma área total de mais de 430 mil quilômetros quadrados. Ela é a quinta cidade mais populosa da Bahia e décima do Nordeste, com população estimada de 213 mil habitantes”, informou o parlamentar.

Em 29 de julho, o município de Cruz das Almas festejou o aniversário de 125 anos de emancipação. Criada em 1897, a cidade foi desmembrada do território que pertencia a São Félix. Em sua moção de aplausos, Tavares conta que o nome do município, como reza a lenda, é uma referência aos antigos tropeiros que passavam pela região e que, ao chegarem à antiga vila de Nossa Senhora do Bonsucesso, encontravam no centro da vila uma cruz em frente a igreja matriz, onde paravam e rezavam para as almas dos seus mortos.

A data de 30 de julho foi festa para o povo de Planaltino, no Território de Identidade do Vale do Jiquiriçá. Na ocasião, o município completou 60 anos de emancipação política e administrativa. O deputado Pedro Tavares relatou que a cidade surgiu da povoação que antes teve os nomes de Pau Ferro e Três Morros. A denominação como é conhecida atualmente faz referência à existência de patamares e restos de esplanadas no planalto sul baiano.

Situado no Território de Identidade da Bacia do Rio Jacuípe, o município de Várzea do Poço festejou o aniversário de 60 anos de emancipação também em 30 de julho. Como destacado pelo deputado em sua moção, o povoado denominado Campo Alegre foi elevado à categoria de distrito em 1953, tornando-se cidade em 1962 com desmembramento do município de Miguel Calmon, ocasião em que ganhou a denominação de Várzea do Poço. Atualmente, além de Miguel Calmon, o município tem limites com Serrolândia, Mairi, Piritiba e Jacobina.

Já em 31 de julho, o povo de Rodelas foi quem comemorou o aniversário de 60 anos de emancipação do município. Pedro Tavares explicou que o local em que a cidade se desenvolveu fazia parte da rota migratória dos índios que partiam do estado do Piauí e finalizavam a caminhada na região zorobabel (atualmente Rodelas). O nome da cidade é uma referência à história do índio chamado Francisco Rodelas, que batizado e catequizado com duzentos homens da sua tribo, destacou-se pela bravura na batalha de Guararapes lutando contra o invasor holandês.





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