O deputado Bira Corôa (PT) manifestou pesar, em moção protocolada na Assembleia Legislativa, em razão do falecimento do escultor, desenhista, ilustrador, figurinista, gravador, cenógrafo, pintor, curador e museólogo baiano, Emanoel Alves de Araújo.
No documento, o parlamentar traçou a trajetória do artista plástico nascido em 15 de novembro 1940, em Santo Amaro, “onde aprendeu marcenaria com o mestre Eufrásio Vargas, trabalhou com linotipia e composição gráfica na Imprensa Oficial”, relatou.
Segundo Coroa, o renomado artista plástico santamarense realizou sua primeira exposição aos 19 anos, mudou-se para Salvador na década de 1960 e ingressou na Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia, onde estudou gravura com Henrique Oswald (1918-1965).
“Em 1972, foi premiado com medalha de ouro na 3ª Bienal Gráfica de Florença, Itália e, no ano seguinte, recebeu outro prêmio, o de melhor gravador, e, em 1983, como melhor escultor, da Associação Paulista de Críticos de Arte”, salientou.
Ultimamente, Emanoel Araújo estava trabalhando numa exposição sobre o Bicentenário da Independência, que conectava a data oficial, 7 de setembro, com 2 de julho de 1823, data da independência da Bahia.
“Por tudo o quanto aqui explicitado, venho nesse dia prestar-lhe uma justa homenagem através da presente moção de pesar”, disse.
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