O aniversário de 182 anos de emancipação política e administrativa do município de Vitória da Conquista, comemorado nesta quarta-feira (9), foi parabenizado pelo deputado Tiago Correia (PSDB) em moção de aplausos apresentada na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA).
No documento, o parlamentar destaca que a cidade, localizada a 509 km de Salvador e com uma população de aproximadamente 343 mil habitantes (IBGE 2021), é a terceira maior cidade do Estado, ficando atrás apenas da capital baiana e de Feira de Santana. Localizada na região Centro-Sul da Bahia, faz divisa com os municípios de Anagé, Belo Campo, Barra do Choça, Cândido Sales, Encruzilhada, Itambé, Planalto e Ribeirão do Largo.
“Em função da sua privilegiada localização geográfica, com abertura da estrada Rio-Bahia e da estrada Ilhéus-Lapa, Vitória da Conquista integra-se facilmente a outras regiões do estado e ao restante do país”, explica Tiago.
Ele diz ainda que o município, situado a aproximadamente mil metros acima do nível do mar, é popularmente conhecido como a Suíça Brasileira, devido ao seu clima tropical de altitude, que alcança ao longo do ano temperaturas abaixo de 10ºC. “Esse clima frio sem geadas, favoreceu a produção de café em larga escala e, com o crescimento do polo agrícola, comércio, educação e saúde, tornou-se a terceira economia do interior baiano, configurando-se uma importante cidade da Bahia”.
A respeito da história do lugar, o texto assinado por Tiago conta que a região do município era habitada pelos povos indígenas Mongoyó, Ymboré e Pataxó. A vinda dos colonos europeus e mestiços se deu pela exploração de metais preciosos no Sertão da Ressaca, por volta de 1720. O conflito chamado “Banquete da Morte” foi o destaque para o aniquilamento indígena. Liderado por um ex-escravo chamado João Gonçalves da Costa, que tinha ligação com os colonos.
No aspecto econômico, segundo Tiago Correia, a região foi primeiramente tomada pela criação de gado e produção de leite. Em 1891, a vila foi elevada à categoria de cidade. Depois, a tendência cafeeira reorientou a atividade econômica, entretanto, devido à crise do café no final da década de 1980, paralelamente desenvolveu-se a produção industrial.
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