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Proposta de reforma administrativa do Executivo chega à Assembleia

Publicado em: 12/12/2022 18:01
Editoria: Notícia

Matéria vai ser apreciada pelo plenário da Casa Legislativa
Foto: AscomALBA/AgênciaALBA
O governador Rui Costa encaminhou, para apreciação da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), o projeto de reforma administrativa da gestão que se inicia dia 1º de janeiro de 2023, com a posse do governador eleito, Jerônimo Rodrigues. A iniciativa alcança secretarias, além de entidades, autarquias e órgãos vinculados a pastas específicas da atual administração pública estadual.

Segundo mensagem do governador Rui Costa aos parlamentares, as alterações têm o propósito de robustecer as políticas públicas para as demandas do atual momento, como o enfrentamento do aumento da fome e da desigualdade, além de fortalecer políticas sociais, modernizar a máquina pública e ampliar as instâncias de controle interno, transparência e qualidade do gasto público.

“Tais medidas são imprescindíveis à readequação dos quadros dos órgãos e entidades do Poder Executivo às novas estruturas organizacionais, que resultarão ganhos de eficiência na prestação dos serviços públicos e das ações governamentais voltadas ao aprimoramento da consecução das políticas públicas”, escreveu o atual governador, solicitando que, na tramitação do Projeto de Lei, que recebeu o nº 24.677/2022, seja observado o regime de urgência.

O PL determina que a Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS) seja extinta para dar lugar a duas pastas: da Justiça e Direitos Humanos (SJDH) e da Assistência e Desenvolvimento Social (Seades). A Bahiatursa também será extinta e suas funções passam a ser incorporadas pela pasta do Turismo.

A Sepromi, antes Secretaria de Promoção da Igualdade Racial, passa a se chamar Secretaria da Igualdade Racial e dos Povos e Comunidades Tradicionais, incorporando a proteção dos direitos de indivíduos e grupos étnicos, incluindo povos indígenas. A Serin, pasta das Relações Institucionais do governo, passa a responder pela política de juventude. As mudanças contemplam ainda a Casa Civil.

Além disso, o projeto cria, em diversos órgãos e entidades da administração, uma Coordenação de Controle Interno, para acompanhamento, controle e fiscalização da execução orçamentária, financeira e patrimonial.




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