Ao destacar a passagem de mais um aniversário de Itajuípe, em moção apresentada na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), o deputado Pedro Tavares (UB) contou um pouco da história do município. Itajuípe, que significa rio de pedras, completou 70 anos de emancipação política e administrativa no último dia 12 de dezembro.
De acordo com o deputado, os primeiros exploradores desbravaram a região em 1892. Dentre eles, Tavares citou na moção Antonio José de Oliveira (1892), Pedro Portela (1894) e os irmãos Joaquim e Miguel Pinheiro (1905). “No mesmo período também chegaram João Ferreira, Felix Lira, Manuel Biano, Antonio Ciríaco, Firmo Nascimento, Henrique Berbert e João Lourenço da Rocha, o antigo Pirangi”.
Esse último personagem histórico, explicou o parlamentar, já demonstrava a sua vocação para o progresso “tendo como carro chefe a lavoura cacaueira e a unidade entre os seus líderes em promover o desenvolvimento do município”.
Tavares citou ainda o escritor Agripino Grieco que, no ano de 1931, em visita à região cacaueira, escreveu: “Era grande a população flutuante de forasteiro e negociantes turcos, sírios e libaneses, ocasionando a instalação de uma Coletoria Federal, como consequência do movimento comercial, bem como outras melhorias, chegando o distrito a ser considerado o centro monetário da região cacaueira da Bahia”.
A emancipação político-administrativa, prossegue o autor da moção, ocorreu em 12 de dezembro de 1952 quando o município foi desmembrado de Ilhéus. “Berço do escritor Adonias Filho, por aqui também passou na infância Jorge Amado, Marcos Santarita e muitos outros, cujas obras literárias contam a história do antigo Pirangi hoje Itajuípe”, concluiu o deputado.
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