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VIOLÊNCIA NAS ESCOLAS - Ludmilla Fiscina indica profissionais de psicologia

Publicado em: 17/04/2023 19:22
Editoria: Notícia

Deputada Ludmilla Fiscina (PV)
Foto: AscomALBA/AgênciaALBA
Através da Indicação Nº 26492/2023, apresentada na última sexta-feira (14), à Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), a deputada estadual Ludmilla Fiscina (PV) solicitou ao governador Jerônimo Rodrigues (PT) a inserção de profissionais da área de psicologia, a instalação de botão do pânico e o monitoramento por câmeras nas escolas da rede pública estadual de ensino no estado da Bahia.

A proposição vem logo após os recentes episódios de violência escolar e ameaças de massacres em instituições de ensino em todo o país, cujos conteúdos vêm sendo compartilhados por alunos e grupos extremistas nas redes sociais e pelo WhatsApp.

“O presente projeto tem como objetivo proporcionar um ambiente mais seguro para a rede estadual de ensino através de câmeras de videomonitoramento e do botão do pânico, como ferramentas que irão coibir possíveis casos de violências nesses espaços”, destacou a deputada, que também se preocupa com a saúde mental de quem faz parte da rede de ensino.

“Sabemos que a saúde mental é um dos maiores desafios do século 21, por isso, dispor de um psicólogo nas unidades escolares significa a prestação de atendimento especializado para alunos, professores e trabalhadores da educação como um todo, para dar o suporte emocional necessário com atendimento individual e ações educativas que promovam a saúde mental a todos que frequentam a comunidade escolar”, defendeu Fiscina, ao mencionar a Lei Federal Nº 13.935/2019, a qual determina que o poder público deve assegurar o atendimento psicológico e socioassistencial aos educandos da rede pública da educação básica.

“Assim, não se pode discutir e pensar a violência nas escolas de forma isolada, vez que os educandos precisam de acolhimento. É preciso dialogar com os jovens para podermos entender suas necessidades e problemas, dentro do papel social da escola”, disse Fiscina.

Na proposição, a parlamentar mencionou estudos de especialistas sobre possíveis causas e fatores que influenciam na violência escolar, como a fome, o aumento do desemprego, o atraso nos conteúdos e a violência geral na sociedade, além do aumento da evasão escolar durante a pandemia.



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