O deputado Pedro Tavares (UB) registrou na Casa Legislativa, os 132 anos de emancipação política e administrativa do município de Aratuípe, comemorados no último dia 9.
Na moção de congratulações, ele relembrou que o município, que é conhecido pela fabricação expressiva de artesanatos, produzidos principalmente no distrito de Maragogipinho, considerado berço da cerâmica baiana, com peças tradicionais de barro, além de talhas, porrões, moringas, louças diversas e objetos de decoração feitos manualmente e assados no forno. A confecção dessas peças tem influências indígenas e portuguesas.
Tem suas origens segundo dados de historiadores “no território que era habitado pelos Índios Aimorés e tupinambás tendo o povoamento do seu território ocorrido no século XVI, com a vinda de Paulo Argolo de Menezes, que era portador de carta sesmaria concedidas pela coroa portuguesa, que veio a fundar o aldeamento ‘Santo Antônio’ para catequizar os índios da região. Construindo ali a Igreja de Santo Antônio, com dependências para escola e morada do pároco e do farmacêutico”, resgatou Pedro Tavares
O deputado fala que em 2 de junho de 1840 criou-se o distrito “Santana de Aratuípe”, através da Lei Provincial nº. 132. Posteriormente, o distrito eleva-se à condição de vila, sob a denominação, apenas, de Aratuípe. Após desmembrar-se dos municípios de Nazaré e Santo Antônio de Jesus, a vila de Aratuípe emancipou-se criando o “município de Aratuípe”.
Por fim, Tavares conclui sua homenagem “solidarizando-se com seus habitantes, desejando ao seu povo progresso e desenvolvimento socioeconômico”. E que após tramitação regimental, dê-se conhecimento da sua presente moção a todos os munícipes de Aratuípe, a Câmara de Vereadores e a Imprensa Oficial.
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