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Niltinho parabeniza Madre de Deus, São José do Jacuípe, Serrinha e Quixabeira

Publicado em: 14/06/2023 18:17
Editoria: Notícia

Deputado Niltinho (PP)
Foto: AscomALBA/AgênciaALBA
O deputado Niltinho (PP) apresentou, na Assembleia Legislativa, um conjunto de moções de aplausos e congratulações pelos aniversários de emancipação política dos municípios de Madre de Deus, São José do Jacuípe, Serrinha e Quixabeira, comemorados no dia 13 de junho.

Em relação a Madre de Deus, o parlamentar destacou que o lugar, a 66 km de Salvador, localizado em uma ilha e que fazia parte da capital baiana, foi elevado à categoria de município pela Lei Estadual nº 5.016, de 13 de junho de 1989, e completa 34 anos.

“É impossível falar de Madre de Deus sem lembrar do seu mar que encanta a todos e das diversas tradições locais. Certamente todo madre-deusense sabe do esplendor desta região, não sendo por acaso as palavras do hino do município: Um sol cativante, um mar infinito! Castelos de areia, cantiga ao luar! Foi Deus quem te fez, para a gente dizer: que bonito este lugar”, escreveu o parlamentar.

Segundo ele, “a emancipação de Madre de Deus é lembrada com muita alegria pela população, tendo em vista que tal acontecimento deu maior autonomia para a região e estimulou o recebimento de recursos financeiros, que puderam ser revertidos em melhorias nas áreas da saúde, educação, segurança e lazer”.

No documento referente a São José do Jacuípe, que também faz 34 anos, Niltinho lembra que o município foi desmembrado de Capim Grosso e que seu território abriga a barragem de São José do Jacuípe, que lhe deu o nome. Como ele explica, a economia do município está baseada na agricultura e na pecuária de subsistência, com uma pequena atividade industrial e comercial. Ele destaca ainda as olarias, com a fabricação de tijolos, gerando emprego e renda ao município, assim como a cultura do sisal, que também é muito importante para a economia local, devido à dificuldade em desenvolver outras culturas, notadamente em razão das características climáticas do semiárido.

“Pela importância deste município no cenário baiano, convoco os ilustres pares da Assembleia Legislativa da Bahia no sentido de nos solidarizamos com o povo dessa terra, aprovando esta Moção de Congratulação, pela passagem desta data tão importante para este município. Tempo em que desejo-lhes progresso e mais desenvolvimento, social e econômico”, declarou o deputado.

Sobre Serrinha, a 175 km da sua capital, a mais antiga das quatro cidades homenageadas, Niltinho lembrou que seu território de 568,4 km² está sob um clima semiárido a subúmido. Ele destaca que a cidade “acolhedora e de um povo forte” atrai inúmeros visitantes em suas datas festivas, entre elas o São João, a Vaquejada de Serrinha e a Moto Argola.

Quanto à história, ele diz que Serrinha originou-se do povoamento de uma região que, no século XVII, tinha a presença da tribo indígena dos Biritingas. A concentração do povoamento se deu na fazenda denominada de Taboata, comprada em 1.723 por Bernardo da Silva. Ele transferiu a sede para os arredores de uma serra na região, o que fez os tropeiros e comerciantes de gado transeuntes denominarem o local de Serrinha. O povoado passou a freguesia e, em 1º de junho de 1.838, a lei nº 67 criou o distrito da Paz de Serrinha. A emancipação político-administrativa do município, desmembrado de Purificação, veio pela Lei Provincial nº 1.069, de 13 de junho de 1.876.

“É com satisfação que nesta data em que se comemora o aniversário de emancipação política e administrativa do município, parabenizo todos os serrinhenses, desejando ainda mais prosperidade a essa terra, que os seus filhos elevem continuamente o nome deste município e prossigam com esse forte processo de desenvolvimento econômico, político e social”, escreveu Niltinho, na moção.

Por fim, a cerca de Quixabeira, também completando 34 anos, o legislador progressista contou que o município situado no centro-norte baiano, no Piemonte da Chapada Diamantina, a 311 km de Salvador e com 368 km², foi desmembrado de Serrolândia através da Lei Estadual nº 5.019 de 13 de junho de 1989. A origem do nome da cidade, segundo ele, deriva da planta do mesmo nome, muito conhecida na região.

De acordo com Niltinho, a economia de Quixabeira baseia-se na pecuária com rebanhos de bovinos, caprinos e ovinos. Lá pratica-se também a agricultura de subsistência, com a mandioca, o feijão e milho.

Como explica o parlamentar, merece destaque a culinária quixabeirense, fruto da miscigenação da cultura indígena com a cultura negra. “Seus pratos possuem cores e sabores fortes e afrodisíacos, que provocam a atração dos olhos e do paladar”, elogiou. Outro destaque da cidade, segundo o deputado, são os produtos artesanais, baseados na cultura afro-indígena, com produtos de barro, palha e couro.

“Nesta data especial em que a população de Quixabeira comemora sua emancipação política, quero parabenizá-los (habitantes da cidade), desejando progresso e muitas vitórias para esta querida e acolhedora cidade”, declarou Niltinho.


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