O deputado Marcinho Oliveira (UB) apresentou, na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), moções de congratulações parabenizando as populações de Uauá, Curaçá e Macaúbas pelos aniversários municipais, comemorados neste mês de julho.
No documento referente a Uauá, que completa 97 anos no dia 9, o parlamentar destaca que o lugar é conhecido como a terra da luz e, nacionalmente, como a Capital do Bode.
Marcinho Oliveira conta que a história do município tem início no século XVIII, quando Francisco Ribeiro formou uma fazenda chamada Uauá às margens do rio Vaza-Barris em terras de propriedade de Garcia d’Ávila. Um povoado começou a formar-se a partir desta fazenda. No ano de 1896, a fazenda foi utilizada como acampamento de uma Companhia de Infantaria do Exército que iria combater na Guerra de Canudos.
O município, com o nome de Uauá, foi criado pela Lei Estadual 1.866, de 9 de julho de 1926, mas foi extinto em 1931, reintegrado ao município de Monte Santo. Emancipou-se novamente em 1933, pelo Decreto Estadual 8.641, de 19 de setembro de 1933, sendo reinstalado em 10 de outubro do mesmo ano.
A respeito de Curaçá, que completa 191 anos nesta quinta-feira (6), Marcinho Oliveira destacou que as terras onde o município veio a se formar, situadas na bacia do Rio São Francisco, eram tradicionalmente ocupadas por diversas etnias indígenas, genericamente denominadas de povos tapuias.
Segundo o parlamentar, com o tempo, a região foi sendo povoada, edificando-se a Igreja do Bom Jesus da Boa Morte e formando, em torno dela, o povoado. Ele conta ainda que, no ano de 1890, foi dado ao município o nome de Curaçá, corruptela da palavra portuguesa cruz, produzida pela forma como os indígenas submetidos aos aldeamentos missionários pronunciavam aquele vocábulo português.
Quanto a Macaúbas, também fundada em 6 de julho de 1932 e com 191 anos, Marcinho Oliveira disse que o nome do município tem origem no nome da palmeira macaúba, que existia em abundância no local, mas atualmente está extinta. O território onde cresceu a cidade era primitivamente habitado por índios tuxás, procedentes de regiões ribeirinhas do São Francisco. O povoamento do lugar teve início no século XVIII, na localidade Coité, com a fixação de bandeirantes que transitavam pelo Rio São Francisco em busca de ouro e diamantes.
O arraial de Coité, onde se edificou a capela de Nossa Senhora da Imaculada Conceição, teve o desenvolvimento do comércio mantido pelos fundadores, o que motivou a extensão do povoado até a localidade Estiva. No ano de 1932, mudou-se a denominação para Macaúbas.
Nas moções, o deputado declara o seu reconhecimento às populações de Uauá, Curaçá e Macaúbas, marcadas, como ele diz, “por sua gente batalhadora que está ali no dia a dia buscando o sustento e o aumento da sua produção, fortalecendo a economia da região”.
Marcinho Oliveira conclui os documentos registrando seu “compromisso de representar os três municípios junto às autoridades estaduais e representantes federais, para conseguir os benefícios, obras e equipamentos que possam promover o desenvolvimento e melhoria da qualidade de vida de todos, gerando mais empregos e renda, ao tempo em que venha a reduzir os principais problemas que mais os afetam”.
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