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Fabrício Falcão lamenta morte de dom Geraldo Majella

Publicado em: 31/08/2023 19:49
Editoria: Notícia

Deputado Fabrício Falcão (PC do B)
Foto: AscomALBA/AgênciaALBA
O deputado Fabrício Falcão (PC do B) apresentou à Mesa Diretora da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) uma moção de pesar pela morte do arcebispo emérito de Salvador, cardeal dom Geraldo Majella Agnelo. Ele faleceu no último dia 26 de agosto em Londrina, no Paraná.

Natural de Juiz de Fora, em Minas Gerais, dom Geraldo foi ordenado padre em 1957. Ele fez doutorado em teologia em Roma, na Itália, e foi nomeado bispo de Toledo, no Oeste do Paraná, onde ficou por quatro anos. Em 1983, foi ordenado arcebispo de Londrina. Neste período, fundou, ao lado de Zilda Arns, a Pastoral da Criança. “O programa começou na cidade de Florestópolis, no norte do estado, onde tinha uma das maiores taxas de mortalidade infantil na época. Depois, o projeto se espalhou por todo o país e alcançou países da África, Ásia, América Latina e Caribe”, explicou.

No documento, o parlamentar também relatou que dom Geraldo permaneceu à frente da Arquidiocese de Londrina por oito anos e meio, até 1991, quando foi chamado a Roma para trabalhar no Vaticano ao lado do Papa João Paulo II. De volta da Itália, foi nomeado arcebispo da Arquidiocese de Salvador, na Bahia, e recebeu o título de cardeal pelo Papa João Paulo II. “Dom Geraldo participou de muitos momentos importantes da Igreja Católica, como dois conclaves. O primeiro, em 2005, que elegeu o Papa Bento XVI, e o segundo a eleição do Papa Francisco”, rememorou. Entre 2003 e 2007, foi presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

Fabrício Falcão destacou que, em 2022, o religioso completou 65 anos de ordenação sacerdotal. “A data foi celebrada no Santuário Nossa Senhora Aparecida, em Londrina, e teve participação de padres, cardeais e arcebispos de várias regiões, além de centenas de fiéis. Dom Geraldo teve sua vida marcada por um grande amor à fé e uma contínua dedicação às coisas da Igreja, a serviço dos fiéis e ao testemunho da vida cristã. Dom Geraldo mostrou sempre grande zelo pela Liturgia, pela boa formação dos sacerdotes e do povo católico e pela irrestrita fidelidade ao papa e à Igreja”, disse o deputado em sua moção.


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