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Laerte do Vando saúda o aniversário de Conceição do Jacuípe e Amélia Rodrigues

Publicado em: 23/10/2023 17:51
Editoria: Notícia

Deputado Laerte do Vando (PSC)
Foto: AscomALBA/AgênciaALBA

O deputado Laerte do Vando (PSC) parabenizou, através de moções de congratulações na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), os municípios de Conceição do Jacuípe e Amélia Rodrigues, que completaram 62 anos de emancipação política no último dia 20 de outubro. O parlamentar solicitou que a Casa dê conhecimento das homenagens às respectivas prefeituras e câmaras de vereadores.


No tributo a Conceição do Jacuípe, ele recordou que o município é mais conhecida como Berimbau, apelido que ganhou força com o surgimento da feirinha na região, em 1914. O local servia para a comercialização de pequenos produtos, sendo visitada por violeiros, pandeiristas e tocadores de berimbau – descreveu o legislador, destacando ainda a cultura do samba de roda, manifestação artística oriunda dos escravos africanos que fazem parte da história do município.


Também relatou sua origem, habitada inicialmente por povos originários indígenas, e o antigo nome Baixa do Jacuípe, por se localizar numa baixada onde nasce o rio de mesmo nome. Subordinada a Santo Amaro, em 20 de outubro de 1961, o então governador Juracy Magalhães assinou a Lei 1531 que criou o município de Conceição do Jacuípe. À cidade, Laerte do Vando desejou “que suas raízes culturais sejam ainda mais fortalecidas e que todos os demais setores gerem desenvolvimento para nossa gente”.


Quanto a Amélia Rodrigues, ele saudou a cidade que leva o nome de sua maior educadora e poetisa, e parabenizou o município “pelos 62 anos de luta, democracia e desenvolvimento”. O deputado observou que Amélia Rodrigues também foi emancipada de Santo Amaro: “Em 1944, a cidade chamava-se Traripe e, em 1961, recebeu o nome da educadora e poetisa nascida na Fazenda Campos, da freguesia de Oliveira dos Campinhos, então pertencente a Santo Amaro”.


Laerte do Vando assinalou que Amélia Rodrigues dedicou-se ao jornalismo como colaboradora de publicações religiosas como “O Mensageiro da Fé”, “A Paladina” e “A Voz”, além de escrever algumas peças teatrais, entre as quais “Fausta” e “A Natividade”, poemas como “Religiosa Clarisse” e “Bem me queres”, além de produzir obras didáticas, de literatura infantil e romances. Ao finalizar a homenagem, o deputado falou do seu carinho pela cidade e desejou “um futuro vitorioso e desenvolvido em todas as áreas da sociedade”.



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