No último dia 13 de dezembro, a Banda Didá festejou o aniversário de 30 anos de fundação. Na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), a deputada Olívia Santana (PC do B) protocolou uma moção de aplausos ao grupo criado em 1993 pelo mestre de bateria Neguinho do Samba.
No texto, a parlamentar explicou que Didá, em iorubá, quer dizer “o poder da criação”. A Banda Didá foi a primeira banda de percussão formada só por mulheres. “Um ambiente predominantemente masculino do Carnaval soteropolitano teve suas tradições mudadas com a chegada da Didá no cenário musical da cidade”, apontou Olívia, que também detalhou a composição do grupo. Com cerca de 80 componentes, a banda se divide em duas vertentes: “Banda Show” para apresentações em palcos e viagens, formada por oito percussionistas, duas cantoras, uma baterista, uma saxofonista, uma trompetista, uma baixista, uma guitarrista e uma tecladista, e a “Banda Peso” com dezenas de percussionistas e integrantes, voltada às apresentações de rua e presentes nos ensaios de Carnaval.
A deputada frisou que, além do trabalho musical, a Didá mantém ações sociais e educativas visando a igualdade entre homens e mulheres. Em um casarão de três andares, a Associação Educativa e Cultural Didá oferece oficinas de canto, dança, percussão, jazz, teatro, capoeira, fotografia digital, fabricação de instrumentos musicais, línguas estrangeiras, corte e costura.
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