MÍDIA CENTER

Ludmilla Fiscina se congratula com povo de Mata de São João

Publicado em: 19/04/2024 14:45
Editoria: Notícia

Deputada Ludmilla Fiscina (PV)
Foto: AscomALBA/AgênciaALBA

A passagem do 178º aniversário de fundação e emancipação política de Mata de São João, no dia 15 de abril, foi motivo de moção de congratulação da deputada Ludmilla Fiscina (PV) à população do município, protocolada na Casa Legislativa.


Na moção, a legisladora elogiou a cidade aniversariante, “um dos mais importantes da Grande Salvador e do Litoral Norte Baiano conhecido como Costa dos Coqueiros e cuja história marca o processo de formação nacional e do Nordeste Brasileiro”, disse. Segundo a parlamentar, a Zona Turística da Costa dos Coqueiros compreende todo o Litoral Norte Baiano, entre a Baía de Todos os Santos até a divisa do Estado de Sergipe, iniciando na Praia de Ipitanga, na Cidade de Lauro de Freitas, até a Praia de Manque Seco, no município de Jandaíra, com 193 km de extensão. “A região litorânea do Município de Mata de São João possui 28 km de litoral e reservas naturais, começando da Praia do Forte, ao Sul, até a Costa do Sauípe, ao Norte, unindo a simplicidade dos vilarejos com a sofisticação de uma das maiores redes Hoteleiras do Mundo”, salientou.


A parlamentar também lembrou as origens de Mata de São João, em 1549, quando a comitiva de Tomé de Souza chegou ao Brasil, trazendo seu filho Garcia D’Ávila, que se tornou proprietário de muitas terras. “Na localidade construiu a Casa da Torre no ponto mais alto do litoral, conhecida popularmente como Castelo Garcia D’Ávila, onde fica localizado a atual Praia do Forte, cuja fortaleza servia como grande importância estratégica para a colônia vinha se formando a partir de Salvador”, relatou.


Antes “São João da Mata”, o povoado passou a ser denominado Mata de São João - quando em 1846 o Povoado foi elevado a categoria de Vila -, uma vez que, o Senhor João Lopo de Mesquita, entre os anos de 1649 a 1659, era procurado pelos nortistas para trabalhar na abertura das estradas, se referindo a região como “mata do seu João”.


Por sua vez, a Casa da Torre serviu para fiscalizar o movimento de embarcações que se aproximavam do Porto da Bahia, bem como desempenhou importantes funções na luta pela independência e defesa do território do Estado da Bahia, cujo posto de observação foi considerado como o primeiro sistema de comunicação na América, vez que desenvolveram uma forma de comunicação com Salvador, que ficava a 80 km da Capital”, narrou.



Compartilhar: