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Pancadinha solicita que laudo de fibromialgia seja permanente

Publicado em: 15/05/2024 06:00
Editoria: Notícia

Deputado Pancadinha (SD)
Foto: AscomALBA/AgênciaALBA

A ampliação da validade do laudo de fibromialgia para permanente foi solicitada pelo deputado Pancadinha (SD) ao governador Jerônimo Rodrigues e à secretária estadual da Saúde, Roberta Santana.


Na indicação, encaminhada através da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), o parlamentar explicou que a fibromialgia é uma síndrome multifatorial, de causa ainda desconhecida, crônica e sem cura, que em sua maioria, atinge mulheres com idade entre 30 e 55 anos. Os principais sintomas da doença são dores generalizadas e persistentes, sensibilidade ao toque, síndrome do intestino irritável, pernas inquietas, formigamentos, bexiga irritável, cefaleia (dor de cabeça), fadiga, entre outros.


É uma doença que impõe aos pacientes impedimentos de longo prazo de natureza física, mental, intelectual e sensorial, que, em interação com as diversas barreiras impostas ao fibromiálgico, efetivamente obstruem a participação plena e efetiva dele na sociedade. Por isso, a importância de se ter um olhar sensível para os portadores desta doença”, esclareceu Pancadinha.


Segundo ele, a proposição visa facilitar a vida de parte da população baiana que é acometida pela fibromialgia, até que a doença seja contemplada pelo rol de pessoas com deficiência. “Como é sabido que a fibromialgia é uma doença, por enquanto, irreversível, não há motivo para que o laudo seja transitório. É injustificável submeter pessoas com deficiências irreversíveis ao constante processo de revalidação de laudos, o que representa um enorme desrespeito aos cidadãos baianos”, disse.


Ele argumentou ainda que a exigência de renovação da documentação médica dificulta o acesso a direitos por pessoas diagnosticadas. “O objetivo desta preposição é assegurar o direito de uma única vez reunir toda documentação médica que precisa, excluindo a necessidade do portador se submeter ao mesmo processo para, ao final, ter a mesma resposta”, concluiu o legislador.





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